


Depois das emoções dos Jogos Olímpicos de Pequim, quando a natação provocou uma enxurrada de recordes mundiais e olímpicos no ‘Cubo D’ Água’ chinês, e o Brasil voltou ao pódio olímpico, garimpando ouro pela primeira vez, vem aí o 37º Troféu José Finkel de Natação (Campeonato Brasileiro Absoluto / Taça Correios), que desembarca na cidade de São Paulo, na qual será disputado de 2 a 7 de setembro, na piscina do Corinthians.
A competição terá a participação de aproximadamente 450 nadadores de 54 clubes de 14 estados e quatro regiões do país: Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Nas últimas cinco edições deu Esporte Clube Pinheiros, que tenta repetir o feito do Flamengo dos anos 80, quando este levantou oito canecos consecutivos. Devido àquele sucesso, o rubro-negro carioca ainda detém o maior número de títulos do Finkel, com 12 troféus conquistados. Logo a seguir, surge o Pinheiros, com 10; Minas Tênis, com cinco; Botafogo, com quatro; Vasco, com dois; e A Hebraica e Fluminense, com uma conquista cada um. Este ano, o Pinheiros compete com a maior delegação (mais de 60 nadadores), seguido pela Unisanta, com 53; e pelo Minas Tênis, com cerca de 50 atletas.
Os nadadores que participaram da maior Olimpíada de todos os tempos estão confirmados. Entre eles, o velocista César Cielo Filho, do Pinheiros, que competirá nas provas em que subiu ao pódio em Pequim, para receber o ouro dos 50m livre e o bronze dos 100m, mesmo estilo. Os outros três brasileiros finalistas em Pequim, também estarão em ação: Thiago Pereira, do Minas Tênis, competirá nos 200m e 400m medley, 200m peito e 400m livre; Gabriella Silva, do Pinheiros, e Kaio Márcio de Almeida, da Unisanta, ambos nos 50m e 100m borboleta, com Kaio ainda nos 200m do estilo. Os revezamentos dos clubes podem ter os nomes dos integrantes decididos no fim do aquecimento da etapa.
Outra atração é a presença das maratonistas aquáticas Ana Marcela Cunha, da Unisanta, e Poliana Okimoto, do Pinheiros, nas provas de fundo em piscina: 800m e 1500 livre. Ambas foram ‘Top 10’ nos 10 quilômetros do Lago Shunyi, em Beijing, com a 5ª e a 7ª posições, respectivamente, na estréia das águas abertas em Jogos Olímpicos.
Fonte: CBDA
Data e horário das provas do Thiago
1ª etapa (eliminatórias: Terça-Feira 02/09, 17h / Finais: Quarta-Feira 03/09, 10h30)
- 200m peito
2ª etapa (eliminatórias: Quarta-Feira 03/09, 18h / Finais: Quinta-Feira, 04/09, 10h30)
- 400m medley
3ª etapa (eliminatórias: Quinta-Feira 04/09, 18h / Finais: Sexta-Feira 05/09, 10h30)
- 400m livre
5ª etapa (eliminatórias: Sábado 06/09, 17h / Finais: Domingo 07/09, 10h)
- 200m medley

Pessoal, não andam saindo notícias relacionadas ao Thiago, por esse motivo ando meio ausente aqui do blog.
Mas hoje já tem coisa nova pintando. Pereira acabou de atualizar seu blog e contou um pouco do que anda acontecendo consigo.
Quem quiser conferir, acesse: Blog do Thiago Pereira
Arriba Thiago \õ

Matéria mostrada ontem no programa Pânico na TV!, com a vinda dos nossos atletas direto de Pequim. Eles tiraram seu sarro básico e o Thiago entrou no clima haha. Tá bem legal e vale a pena conferir.

Propaganda transmitida na Band com um pequeno depoimento da D. Rose na torcida pelo filhão em Pequim 2008.

Medalhista de ouro em Pequim, César Cielo mostrou-se solidário à situação de Thiago Pereira, nesta quarta-feira. Nadador mais badalado da delegação brasileira antes da Olimpíada, ele voltou ao País com "apenas" um quarto lugar na prova dos 200 metros medley como resultado mais expressivo. Para o campeão olímpico, Pereira tem do que se orgulhar.
"Thiago Pereira é o quarto melhor do planeta", defendeu. "Ele está de parabéns porque poucos conseguiram chegar até lá. Não é para qualquer um nadar entre os cinco mais rápidos do mundo. É que o brasileiro é muito cruel e não valoriza o quarto lugar", disse Cielo, que foi homenageado nesta quarta-feira em sua cidade natal, Santa Bárbara D´Oeste (interior de São Paulo).
A dois centésimos do recorde mundial nos 50 metros livre (cravou 23s30 na decisão da medalha de ouro, recorde olímpico), o campeão definiu como meta o tempo que não alcançou em Pequim. "Todas as minhas energias estavam concentradas para a Olimpíada. Não planejei nada do que está por vir. Só sei que vou buscar a superação pessoal".
Fonte: Yahoo Notícias

Após a maratona de viagem na volta para casa, Thiago Pereira teve um dia de descanso e já volta a treinar nesta quinta-feira em Belo Horizonte de olho no Troféu José Finkel, o Campeonato Brasileiro Absoluto, no Corinthians. A competição será realizada de 2 a 7 de setembro.
Na competição, Thiago representará o Minas Tênis Clube e já definiu quais provas irá nadar.
“Vou nadar quatro provas individuais, 200 e 400m medley, 200m peito e 400m livre”, afirmou.
Também deve entrar nos revezamentos 4X200m livre e no 4 X100m medley.
“Tudo vai depender de quem estiver melhor na hora para entrar nos revezamentos”, explicou.
Após a sua segunda participação na carreira em uma Olimpíada, Thiago volta ao Brasil com a sensação de dever cumprido.
“Muitos me perguntam se estou frustrado por ter ficado em quarto, perto da medalha. Claro que eu queria uma medalha. Mas tenho a convicção de que fiz tudo o que eu podia, que nadei no meu limite. Não era para ter acontecido, prefiro pensar assim. Sou novo ainda e tenho muito chão pela frente”, afirmou.
Por outro lado, Thiago comemorou os resultados de César Cielo.
"Além de ficar muito feliz com as duas medalhas do 'Cesão' em Pequim, ele ajudou a manter a natação no topo da preferência do público. Tanto que foi impressionante a recepção ontem (terça-feira) no aeroporto e na cidade de São Paulo", acrescentou Thiago.
Aos 22 anos, o nadador fluminense fez duas finais olímpicas em Pequim. Nos 400m medley, foi o oitavo colocado e nos 200m medley, sua especialidade, o quarto melhor do mundo. Já em Atenas/2004, ele nadou a final dos 200m medley e terminou em quinto lugar.
Fonte: Sports

"O que falta para os brasileiros é mais treino e competições contra os estrangeiros", admitiu Thiago, que retonrou ao país nesta terça-feira com a quarta posição nos 200m medley como melhor resultado. "Precisamos estar competindo sempre contra eles e isso é o que vamos procurar: competir mais nos Estados Unidos, na Europa. Não sei como vai ser, mas temos que mudar", emendou.
Treinando no Minas Tênis Clube, de Belo Horizonte, desde 2001, Thiago não pretende mudar de ares tão cedo. "Com certeza eu fico por lá. O único objetivo é viajar mais e estar sempre competindo em alto nível", destacou. No começo do ano, o atleta fluminense esteve no Grand Prix do Missouri, nos Estados Unidos. Depois, nadou o Campeonato Sul-Americano, em São Paulo, e o Mundial de piscina curta, na cidade inglesa de Manchester. Em seguida, antes de embarcar para a aclimatação olímpica em Macau, ele competiu no Troféu Maria Lenk, no Rio, e no troféu Mare Nostrum, na Espanha.
A falta de uma medalha em Pequim, em contraste com o ouro de Cielo nos 50m livre, fez com que Thiago fosse jogado da posição de protagonista da natação brasileira para a de um mero coadjuvante. Nesta terça, na chegada da delegação verde-amarela de natação ao aeroporto de Cumbica, Pereira foi chamado para a mesa de entrevista coletiva junto com Cesão, mas respondeu a apenas uma pergunta, enquanto o paulista era alvo de flashs e microfones - uma situação exatamente oposta do embarque do time nacional para o Oriente, no mês de julho.
"Isso faz parte. É o momento do Cielo e ele tem que aproveitar, pois merece tudo isso. No ano passado, fui eu quem obtive um grande resultado e agora é ele", minimizou Thiago. "A natação só tende a ganhar. Muita gente fala que a natação é um esporte que não aparece muito na imprensa, mas de uns anos para cá isso vem mudando bastante. Estamos começando a virar um esporte importante dentro do país", comemorou.
Fonte: Gazeta Esportiva

35 centésimos. Foi exatamente esta a diferença entre o melhor tempo da carreira de Thiago Pereira nos 200m medley (1min57s79) e o que rendeu a ele o quarto lugar na prova durante as Olimpíadas de Pequim (1min58s14). Após a disputa na capital chinesa, o atleta de Volta Redonda reclamou de cansaço no corpo, mas garante: não houve erro na preparação, de maneira que ele não conseguisse se superar nos Jogos.
"Normalmente, eu saio assim da piscina. Tem prova que eu mal consigo andar depois de tanta dor que eu sinto na perna", assegurou o atleta, que precisava de pelo menos 1min56s53 para conquistar o bronze, que ficou com o norte-americano Ryan Lotche. "E eu fico satisfeito por estar me sentindo desse jeito, pois aí tenho a certeza que eu fiz o máximo que eu poderia, que fui ao limite do meu corpo", emendou.
Apesar de ter obtido seis índices individuais para os Jogos Olímpicos (200m e 400m medley; 100m e 200m costas; 200m livre e 200m peito), Thiago inicialmente optou por disputar somente as provas de medley, onde teria mais chances de pódio. Porém, já na China e depois de ter sido o oitavo nos 400m medley, resolveu nadar os 200m peito, onde obteve o novo recorde sul-americano.
Questionado se a opção por nadar os 200m peito antes da final dos 200m medley teria gerado um cansaço que prejudicou a suas chances de pódio, Thiago foi enfático. "De jeito nenhum. Fiz a opção por essa prova porque eu queria dar mais uma caída na água, nadar mais uma prova antes dos 200m medley para sentir como eu estava no nado de peito. Eu não me arrependi", afirmou.
Apesar de aparentar decepção com seus resultados na China, Thiago assegura que deixou o Oriente satisfeito. "Eu só tenho a agradecer quem me apoiou. Agora, é partir para a próxima. Tudo de Pequim acabou, mas guardo histórias de quem estava lá quando o Cielo ganhou ouro e o Phelps bateu o recorde de medalhas. Quero pensar nas competições daqui para frente, como Pan de 2011 e o Mundial de 2009", destacou o atleta.
Thiago volta a competir no começo de setembro no Troféu José Finkel, em São Paulo. "Mas antes eu quero descansar e ir para a minha casa em Volta Redonda. Faz tempo eu eu não vou lá ver a minha família", encerrou.
Fonte: Clica Brasília

Os seis ouros conquistados por Thiago Pereira no Pan-Americano do Rio de Janeiro, no ano passado, fizeram dele uma das esperanças de pódio da natação brasileira nas Olimpíadas de Pequim. Apesar de voltar da China sem medalha alguma, o nadador comemora, ao menos, o fato de ter disputado com a lenda Michael Phelps.
- Não ganhei, mas para mim foi legal, importante, por ter nadado ao lado de uma lenda. No futuro eu vou poder dizer que disputei com ele na piscina – diz Pereira na chegada ao Brasil. Em Pequim, o americano Michael Phelps faturou oito ouros, mas já no quinto havia se tornado o maior atleta da história.
Pereira esteve ao lado de Phelps em duas provas: 200m e 400m medley. Não só nas finais, quando o americano foi campeão, mas também em semifinais e eliminatórias. O retrospecto final do brasileiro foi o quarto lugar nos 200m e o oitavo nos 400m.
Parabéns ao Cielo
No seu desembarque, Thiago Pereira aproveitou também para valorizar o feito do seu companheiro de modalidade César Cielo, medalha de ouro nos 50m livre e bronze nos 100m livre. Para ele, isso ajuda a natação brasileira a crescer ainda mais.
- Fico muito feliz pelo Cielo. Isso representa muito para o esporte e ajuda cada vez mais na evolução da natação – acrescenta Pereira, que agora se concentra no Campeonato Brasileiro e inicia ciclo de preparação para Londres-2012.
Fonte: G1


Após terminar com um quarto lugar nos 200 metros medley e em oitavo nos 400 metros medley, o nadador Thiago Pereira aproveitou os últimos dias em Pequim para curtir um pouco o tempo que resta dentro da sede dos Jogos Olímpicos.
Depois de ver a conquista da medalha de ouro de César Cielo nos 50 m livre, Pereira tirou a folga para passear pelos pontos turísticos da capital chinesa. "Ontem, depois da prova do César, fui conhecer a Muralha da China. Achei muito legal".
O nadador usou ainda estes dois dias antes de voltar ao Brasil na próxima segunda-feira para aproveitar um pouco o apoio da sua mãe após as competições.
"Depois de visitar a muralha, fui para o hotel e fiquei lá com ela. Voltei aqui para a Vila Olímpica apenas hoje de manhã", disse Pereira, que não chegou a assistir a oitava medalha de ouro do norte-americano Michael Phelps na Olimpíada.
Em uma espécie de despedida da Vila Olímpica, o atleta pegou uma das bicicletas cedidas pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e, ao lado do também nadador Eduardo Deboni, foi descontrair dando uma volta pelo local.
"Você acredita que é a primeira vez que venho à zona internacional da Vila desde que eu cheguei? Está sendo bom dar uma volta por aqui. Já tinha feito algumas comprinhas. Amanhã é partir de volta ao Brasil", afirmou.
Pereira agora volta a focar a cabeça para a rotina de treinos após a volta ao País. "Tenho que me preparar forte para o próximo ciclo olímpico", completou o nadador.
Fonte: Terra
Lembrando que o Thiago, assim como os demais nadadores, retornam hoje para o Brasil. (:

Ela vibra, torce e grita muito. Talvez seja tão famosa quanto o filho. Quem não conhece o grito “Vai, Thiago”? Pronto, já dá para saber de quem estamos falando. Rose Vilela, mãe do nadador Thiago Pereira, é reconhecida por muitos como uma das torcedoras mais animadas dos atletas brasileiros nas Olimpíadas de Pequim. Mas o que muita gente não sabe é que foi por causa dela que Thiago não desistiu do esporte.
- Quando ele tinha 13 anos, foi disputar o Campeonato Sudeste. Aí, antes de entrar na água, ficou com medo e se escondeu atrás da arquibancada. Quando o encontrei, ele me disse que não queria nadar, mas ficou sem jeito de me dizer depois de eu ter feito tanto esforço para o levar até lá. Então, eu disse a ele que não precisava fazer nada que não queria, que eu só queria vê-lo feliz. Daí, ele ficou surpreso e falou que ia nadar só uma prova. Ganhou a prata e aí não parou mais – contou a mãe orgulhosa.
Depois do incentivo, Thiago, que começou na natação aos 12 anos após se afogar em uma piscina na sua cidade-natal, Volta Redonda (RJ), agora quer a mãe sempre perto em todas as competições.
- O apoio dela sempre foi e sempre será muito importante para mim. Ela sempre me apoiou em cada prova, cada competição. É muito bom saber que ela está ali do lado, torcendo por mim – afirmou o nadador.
Sempre pronta para gritar o “Vai, Thiago”, dona Rose costuma brincar com a diferença de temperamento dela para o filho.
- Ele é muito tímido e discreto. Mas tinha que ser, né? Com uma mãe assim, precisa equilibrar – se diverte dona Rose, que, supersticiosa, levou todo o “Kit do Sucesso” para torcer para o filho em Pequim: a bandeira e o chapéu do Brasil que estiverem nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, quando Thiago ganhou oito medalhas, sendo seis de ouro.
Fonte: Globo.com

Depois do sucesso absoluto nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro 2007, Thiago Pereira virou o centro das atenções da natação brasileira. Em Pequim, um ano depois, uma medalha de ouro e outra de bronze transformam César Cielo no grande nome da modalidade. Não só do presente, mas da história. Nunca nenhum nadador do Brasil havia subido ao lugar mais alto do pódio olímpico.
O carioca não mostra inveja, mas alegria pelo amigo, misturada pela preocupação com o esporte que ele pratica. Cielo não treina no Brasil. Ele paga as próprias contas e mora nos Estados Unidos, decidiu investir e caminhar pelas próprias pernas rumo ao ouro. Um sinal, diz Pereira, de que as coisas podem estar erradas no País.
"Não adianta querer fazer as coisas só no ano da Olimpíada, chegar seis meses antes da Olimpíada, virar e perguntar para você: 'o que você precisa?'. Essa medalha vai mostrar um pouquinho que precisa valorizar um pouco mais o esporte dentro do Brasil e precisa de mais estrutura", fala Pereira.
Ele quer mais investimentos durante o ciclo olímpico 2012, que já começa agora. E mais competições fora do País.
O Terra conversou com exclusividade com o nadador dentro do Cubo D'Água, minutos depois do hino nacional ter sido tocado em Pequim pela primeira vez nestes Jogos. Leia a entrevista na íntegra.
Terra - Essa medalha do Cielo deve dar um ânimo para todo mundo, né?
Thiago - Com certeza. Ele está de parabéns, foi uma prova brilhante. O pessoal ali se emocionou, a gente quebrou um pouco as regras naquela volta olímpica. É uma medalha histórica da natação, primeira medalha de ouro, com certeza vai ajudar muito a natação mais para frente, para esses próximos quatro anos, para próxima Olimpíada. Vai ter muito o que evoluir aí.
Terra - O César é justamente diferente por treinar nos EUA e ter o técnico dele. Você acha que o resultado pode ajudar os outros nadadores ou mostra que o caminho é outro?
Thiago - Mostra um pouco que não adianta querer fazer as coisas só no ano da Olimpíada, chegar seis meses antes da Olimpíada, virar e perguntar para você: 'o que você precisa?'. O César está nos Estados Unidos há um tempo, vem se preparando para isso há algum tempo, então essa medalha vai mostrar um pouquinho que precisa valorizar um pouco mais o esporte dentro do Brasil e precisa de mais estrutura. O que eu mais sinto falta, eu e os outros nadadores, é de competitividade. É o que a gente não tem. A gente tem só uma ou duas competições no ano, falta viajar e competir mais com o pessoal de fora.
Terra - Ou seja, só depois do Pan, das medalhas, que o pessoal lembrou que tinha Pequim? O ciclo olímpico começou tarde?
Thiago - É, o ciclo olímpico começa agora, né. Claro que agora todo mundo dá aquele break, depois de quatro anos, todo mundo dá aquela parada. Mas a partir de janeiro já começa o outro ciclo olímpico para daqui a quatro anos.
Terra - A medalha tira um pouco o peso das tuas costas? Você era o nadador mais famoso do Brasil, o César estava mais escondido. Tira um pouco da pressão para o futuro?
Thiago - Tira um pouquinho. Mas a pressão, com o tempo tem que aprender a conviver com isso. Você começa a aparecer mais, ficar mais visado, vem uma pressão muito grande, muita gente olhando qualquer coisa que você faça. Faz parte, tem que aprender a conviver com isso no dia-a-dia.
Terra - Em Macau eu te perguntei sobre o futuro depois de Pequim e você me disse que dependeria do resultado. E agora, já pensou no futuro pós-Pequim?
Thiago - Já, com certeza. Vai ser começar a treinar para 2012.
Terra - Mais quatro anos de sacrifício?
Thiago - Mais quatro anos, com certeza.
Fonte: Terra

Bom, ainda não encontrei notícias novas relacionadas ao Thiago, mas tenho várias matérias para pôr no blog que fui adiando em função das olimpíadas.
Pereira encerrou sua participação na última quinta-feira e, com certeza, deixou seu rastro em Pequim. Repito novamente que ele é e será o nosso orgulho; depositaremos nossa confiança e admiração no Thiago para sempre, porque guerreiros não são feitos do dia para noite, mas sim de anos e anos atrás de superação e muito cansaço.
Agora é esperar ele voltar para o Brasil, retomar sua vida e seguir em frente!
Enquanto esse momento não chega, nosso país continua ativo nas olimpíadas...
Gostaria de parabenizar o Cesão neste post. Gente de Deus, aquela prova dos 50m livre me deu até arrepios ontem à noite. O cara mandou muito bem e aquele ouro foi mais do que merecido!
Parabéns Cielo! Terei orgulho de dizer para os meus filhos que eu presenciei você entrar para a história da natação! (:

Encerro por aqui e mais tarde tô de volta.
ARRIBA THIAGOOOOO! \õ

"Não estou muito chateado. Agradeço a todo mundo que sempre me apoiou, e daqui a quatro anos estarei de volta", afirmou ele.
Da piscina, Thiago viu Michael Phelps conquistar sua sexta medalha de ouro, ao registrar o novo recorde mundial de 1min54s23. Mas ao bater com 1min58s14 na sua principal prova, teve que se contentar com o quarto lugar, atrás do húngaro Laszlo Cseh e do norte-americano Ryan Lochte.
"Dei o melhor de mim nesta prova. Saí muito cansado, mal consigo ficar em pé. Valeu o quarto lugar, está bom. Sei que fiz tudo o que era possível", disse Thiago, que acabou vomitando após a prova, segundo a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos.
Classificado para a decisão com o terceiro melhor tempo, Thiago abriu forte a prova e manteve a quarta posição até o estilo costas. No peito, se recuperou e ganhou uma posição, encostando em Lochte, com quem disputou o bronze até os últimos 25 metros.
"Se tivesse que fazer tudo de novo, eu faria igual. Virei no peito junto com o (terceiro colocado Ryan) Lochte, mas no final não deu. Foi uma pena", completou ele, que conquistou seis medalhas de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2007.
Thiago soma três finais olímpicas na carreira. Em Atenas-2004, ele ficou na quinta posição dos 200m medley. Em Pequim, já tinha terminado em oitavo nos 400m medley, mas nos 200 metros peito não foi para a final.
O brasileiro afirmou ainda que vai torcer para que Phelps cumpra o seu objetivo de conquistar oito medalhas de ouro. E que não lamenta o fato de ter o norte-americano como adversário.
"É uma honra, porque daqui a 20 ou 30 anos, quando alguém pensar em Pequim, vai pensar no que o Phelps fez e eu vou ter feito parte dessa história", disse.
Fonte:Uol
Isso aí Thiago! Não desanima, porque aconteça o que acontecer estaremos aqui torcendo por ti! (:

Chegar a uma olimpíada caindo várias vezes na piscina, realizando as mesmas braçadas e conquistando com cada uma delas o seu espaço para uma final olímpica, não é para qualquer um. O Brasil sabe e mais do que tudo, o Thiago sabe!
Thiago não conseguiu pódio nos 200m medley e nem por isso deverá ser visto como decepção nacional.
Ele batalhou pra chegar aonde chegou, ele deu o melhor dele nessa final, ele superou os seus obstáculos e enfrentou cara a cara seus maiores adversários. Pereira sabia que seria difícil, mas não impossível!
A experiência foi válida e, por isso, Thiago você merece a cada dia mais o nosso reconhecimento!
O fato de tu estares entre os 8 finalistas já faz de ti um campeão, ainda mais ocupando o 4º lugar a nível mundial.
A vida é feita de perdas e ganhos e pode ter certeza Pereira, que a nossa admiração por ti aumenta a cada dia que passa.
Tu é e sempre será o nosso velho e bom Thiago Pereira de sempre!
Obrigado por tudo, o Brasil te agradece! (:
Valeuuuuuuuuuuuuu Thiago! Nós acreditamos em você!

Thiago Pereira, que na noite desta quinta, 14, disputa a final nos 200m medley nas Olimpíadas de Pequim, vai precisar de muita garra para enfrentar o adversário Michael Phelps, recordista mundial e olímpico da prova. De acordo com a Numerologia, coragem e dinamismo não faltarão ao brasileiro durante todo este ano de 2008. Thiago está num Ano Pessoal 1 e a pessoa que passa por tal ciclo costuma sentir-se muito mais disposta a arriscar e buscar novos desafios e projetos que a destaquem.
A análise do nome Thiago Machado Vilela Pereira, assim como da data de nascimento do atleta, revelam que o terceiro trimestre (Julho, Agosto e Setembro) do nadador é marcado pela simbologia do 2. Quando vivemos um ciclo 2, para alcançar o que desejamos conquistar é necessário respeitar um ritmo mais dosado e moderado, típico desta época. Isso equivale a dizer que é necessário ser paciente, observar os detalhes significativos e "fluir com a maré". O atleta pode sentir-se cansado caso haja a impulsividade de avançar sem respeitar esse pique mais reflexivo desta época simbolizada pelo 2.
Thiago Pereira pode estar sentindo-se mais receoso e reflexivo neste trimestre. Para pôr em prática o impulso auto-afirmativo de seu Ano Pessoal 1, precisará aparentar que está retrocedendo, dando dois passos pra trás e um pra frente, sondando estrategicamente quais os melhores meios e detalhes a serem observados para, aí sim, fazer valer sua coragem e seu espírito aguerrido deste 2008.
É como se o Thiago precisasse contar com pequenos detalhes e com um senso de observação agudo para enfrentar os desafios e se destacar. Sua ousadia precisa estar aliada a seu senso estratégico. Sua coragem precisa estar vinculada à sua paciência e atenção aos detalhes. Seu dinamismo precisa estar associado com sua sensibilidade perceptiva e sua capacidade de visualizar o que almeja conquistar.
Como Thiago está num Mês Pessoal 9 em Agosto, ele poderá ter de renascer para estrategicamente vencer. Assim, o nadador poderá ser exemplo de muita inspiração por esse renascimento e por aquilo que conseguiu superar ao aparentar estar retrocedendo, quando, na verdade, estava acumulando forças e sabedoria para esperar o momento certo de dar o bote auto-afirmativo do seu ano pessoal 1.
Fonte: Ego

Depois do oitavo lugar na final dos 400m medley, o brasileiro Thiago Pereira nadou as eliminatórias e a semifinal dos 200m medley com o maiô especial desenvolvido pela Nasa e fabricado pela Speedo, igual ao utilizado pelo americano Michael Phelps, segundo as informações divulgadas por sua assessoria de imprensa. A roupa sem costuras dá maior flutuabilidade ao nadador. Com o novo maiô, Thiago, que é patrocinado pela fabricante de material esportivo, classificou-se para a final da prova com o terceiro melhor tempo, com 1m58s04. Ele ficou atrás apenas do americano Ryan Lochte, que marcou 1m57s69, e de Phelps, que fez 1m57s70. A final será na noite de quinta-feira (horário de Brasília).
Nos 400m medley e nas eliminatórias dos 200m peito, outras provas disputadas por Thiago Pereira em Pequim, o brasileiro nadou com o maiô da fabricante Blueseventy.
Já nos treinos em Pequim, antes do início das competições, a delegação, que ainda não tinha recebido os maiôs da Speedo, treinou com uma roupa utilizada pelos triatletas.
Fonte: O Globo

- Hoje ainda não dei tudo de mim. Fiquei apenas perto do norte-americano Ryan Lochte porque sabia que ele ia se classificar. Amanhã é diferente. Tenho de sair da água sem nem conseguir andar direito, disse.
Lochte, que fez o melhor tempo das semifinais, marcou 1m57'69”, um centésimo a menos do que o norte-americano Michael Phelps, que na outra eliminatória marcou 1m57'70”.
O brasileiro disse que a medalha de bronze de César Cielo nos 100 m nado livre serve de inspiração para competir por mais uma medalha para o Brasil.
- Com certeza é mais uma inspiração. Na nossa equipe não pensamos em competir internamente por medalhas. Pensamos sempre em somar mais e mais medalhas para o Brasil. Eu vi a prova, mas estava bem concentrado no que eu ia fazer. Fico muito feliz pelo César, disse.
De acordo com Pereira, a final dos 50 m nado livre será muito disputada.
- É difícil não pensar que a disputa do ouro vai ser acirrada. Mas tenho de dar o meu melhor. Espero que esteja com sorte. Fiz força, mas não tudo. Espero uma surpresa boa, disse.
Fonte: JB Online

"Eu estava bem concentrado, mas assisti à prova dele. Sem dúvida, foi mais uma inspiração, o Cesão (Cesar Cielo) nadou super bem", disse Thiago, após marcar tempo de 1min58s06, logo abaixo do segundo colocado na semifinal, o fenômeno dos Estados Unidos, Michael Phelps, que registrou 1min57s70.
O melhor tempo das semifinais ficou com o também norte-americano Ryan Lochte, que teve tempo de 1min57s69.
"Acabei nadando super bem a prova, sempre próximo do Ryan, e agora é descansar para amanhã de manhã", disse o brasileiro, que ficou atrás apenas de Lochte em sua bateria, sobre a final da prova que é sua especialidade.
Único latino-americano classificado para a final, Pereira afirmou que não pretende competir com Cielo sobre quem consegue mais medalhas em Pequim.
"O que a gente tem que fazer é somar, é o que os Estados Unidos fazem, e acho que a gente deve tentar igual no Brasil também para somar o máximo possível", afirmou.
Garantindo estar se sentindo bem após a prova, Pereira afirmou que conteve-se no nado crawl para não se esgotar para afinal, mas que na sexta-feira "vai sair como a gente sempre sai, quase sem conseguir andar."
O nadador, dono do recorde sul-americano na prova com tempo de 1min57s79, afirmou que tem como objetivo nadar abaixo do 1min57s70 ou "quem sabe na cair na casa do 1min56s".
Mas na prova, ele não vai se preocupar com adversários para evitar um sentimento de "desespero" e comprometer seu desempenho. "Vou tentar não pensar neles, dar o melhor de mim. Se ficar de olho em alguém pode ser que no meio da prova você se desespere. O principal é eu fazer a minha prova."
Fonte: Reuter Brasil
Gente, não poderia deixar de parabeniozar o Cesão pelo feito de ontem, quando saiu aquele merecido bronze eu só sabia pensar em uma coisa...o orgulho de ser brasileira! (:
E mais tarde tem Thiago Pereira na final dos 200m medley e se deus quiser ele há de se sair bem!
THIAGO ESTAMOS CONTIGO! (:

Thiago Pereira não se iludiu por ter se classificado para as semifinais dos 200 metros medley com melhor tempo que o fenômeno Michael Phelps, dono de cinco recordes olímpicos e cinco medalhas de ouro em Pequim. Durante a eliminatória, o norte-americano cravou 1min58s65, sexto mais rápido, enquanto o brasileiro terminou em terceiro, com 1min58s41.
"Ele soltou. O tempo foi bom. Eu esperava mais ou menos isso", disse o brasileiro, sobre o norte-americano, explicando que o adversário já nadou duas provas nesta quarta-feira e poderia estar cansado. "Acho que ele (Phelps) mesmo já está definindo o que falar sobre ele. Até o momento cinco recordes mundiais e cinco medalhas de ouro. Com certeza ele vai ser o grande nome dessa Olimpíada", elogiou.
Pereira admitiu que a prova desta quarta dos 200 m medley foi cansativa, mas que já traçou uma estratégia para a semifinal e, se conseguir a classificação, para a decisão.
"Deu uma cansada. Não foi aquela coisa de não conseguir nem andar, mas cansou um pouco. Espero melhorar esse tempo. Nadar em 1min58s baixo na semifinal e dentro da casa de 1min57 na final", explicou.
"Todo mundo vai ter que nadar muito. Estão todos no mesmo nível. Mas não tem jeito. A maior tensão é na final. Por conta de tudo o que pode acontecer", comentou.
Mesmo com dificuldades por conta de seus adversários, Thiago não desiste de voltar para o País com uma medalha no peito. Para o nadador, seu objetivo ainda está de pé. "Fazer uma grande final, atingir meu objetivo de conseguir uma medalha. A gente trabalha quatro anos para chegar na Olimpíada e aqui tem que ser feito o melhor, dar tudo de si", completou.
Fonte: Terra

Mesmo sem repetir sua melhor marca, 1m57s59, estabelecida no Pan Rio 2007, Thiago Pereira garantiu o terceiro melhor tempo das eliminatórias dos 200m medley dos Jogos Olímpicos Pequim 2008, nesta quarta-feira, 13 de agosto, no Centro Nacional de Natação (Cubo D'água). O brasileiro terminou a série em 1m58s41 e chegou à frente do americano Michael Phelps, que ficou em sexto no geral, com 1m58s65.
Thiago até sorriu quando lembrado de que havia completado a série à frente do maior nome da natação mundial. "Ele nadou relaxado. Estava apenas soltando", comentou.
Mais preocupado com seu desempenho, Thiago disse que a prova transcorreu de acordo com o que estava previsto. "Foi o tempo que eu esperava. Na semifinal, pretendo fazer 1m58 baixo ou 1m57 alto para chegar bem à final", finalizou.
Fonte: Final Sports

Após terminar em sétimo na final dos 400m medley em Pequim, o brasileiro Thiago Pereira vai tentar buscar uma medalha em sua principal prova: os 200m medley. Nesta quarta-feira ele disputará as eliminatórias e terá pela frente o demolidor de recordes Michael Phelps.
O caminho até a medalha olímpica não será fácil. Além do nível técnico da natação em Pequim estar muito alto, a principal prova de Thiago, os 200m medley, também é uma das mais fortes do fenômeno da natação Michael Phelps, o recordista mundial (1m54s80). Mas o brasileiro, que é recordista sul-americano da prova e detém a quinta melhor marca mundial, tem boas chances de conseguir subir ao pódio. As eliminatórias serão realizadas no Cubo d’Água, às 7h54m.
Os outros dos brasileiros que caem na água nesta quarta-feira estarão em busca de um lugar na final. Lucas Salatta disputará os 200m costas, e Tatiana Lemos, classificada com o índice B, compete os 100m livre.
Fonte: Globo.com

O nadador Thiago Pereira venceu a prova eliminatória dos 200m peito com 2m11s40. Mesmo vencendo e batendo o recorde sul-americano da prova, Thiago não se classifica para as semi-finais. Para nadar os 200m peito, o técnico do nadador, Fernando Vanzella decidiu poupar Thiago de nadar as eliminatórias dos 4x200m livre.
Mesmo ficando fora da disputa pela medalha na prova, Thiago se mostrou satisfeito em ser o detentor da nova marca continental.
- Eu fiquei muito feliz em baixar o meu tempo em 1 segundo e quebrar o recorde sul-americano. Eu e o Vanzella optamos por nadar esta prova, para não cansar mais e até para ver também como estava o meu nado de peito. Realmente vimos que está bom - disse Thiago em entrevista à Tv Globo.
Fonte: O Globo

No revezamento, Thiago Pereira será substituído por Philip Morrison, o terceiro a entrar na água. Nicolas Oliveira vai abrir a prova, seguido por Rodrigo Castro e Lucas Salatta fecha o 4 x 200m livre.
Nesta terça, às 8h44, Thiago Pereira nada as eliminatórias dos 200m peito, prova que vai usar como treinamento, já que tem pouca chance. Além dessa eliminatória e dos 200m medley, o brasileiro participa ainda do revezamento 4x100m medley, que começa na manhã de sexta.
Fonte: O Globo.

Oi pessoas, se vocês visitam o Blog do FC do Cesão não vão estranhar em nada o fato de o título da postagem ser "Desabafo", começo dizendo que não é a Su, é a Jack, que é a dona do Blog citado acima, eu, em um momento de inspiração, resolvi falar um pouco do Thiago e pedi permissão a minha amiga suzileide para fazer isso, e ela como a ótima pessoa que é, me cedeu esse espaço... obrigada Su, você não vai se arrepender... o texto pode ficar um pouco grande, por que eu to pensando em muita coisa, mas vai valer a pena ler.
"Ah que nada ele não vai conseguir", "peidão, fala, fala e não faz", "nossa que tempo horrível" , todo mundo tem razão em falar, mas o que poucos sabem, é que só o fato de o Thiago ter chegado onde chegou já é uma grande vitória, por mais que a gente não consiga acreditar naquele tempo, todos sabemos que não foi o seu melhor, mas e daí? nessa hora ninguem mais lembra o quanto esses garotos batalharam pra chegar onde estão? só por causa de um tempo abaixo do esperado? mas que hipocrisia é essa? eu fiquei triste sim, nossa eu fiquei triste pra caramba, tanto que nem consegui ligar pra a Su depois da prova, fiquei martelando, martelando e pensando "o que aconteceu com ele?" , mas gente, é tão difícil... e eu não vou me esconder atrás de justificativas do tipo "não era a prova dele" , como não era? ele não tava focado nos 200 e 400 medley? ah gente, vamos cair na real... nós não podemos ser falsos, somos fãs sim e por isso temos de ser sinceros, e eu vou ser sincera agora, Thiago, você é um guerreiro, o Brasil inteiro está com muito orgulho de você, por que se você fosse fraco, falastrão e outras coisas mais, você não estaria onde você está, se você chegou aí, é por que você é forte e você mereceu estar aí, quantos não queriam estar no seu lugar? não dê ouvidos ao que as pessoas dizem e desligue a tv, e quando alguem disser que você decepcionou, vire o rosto pra essa pessoa por que ela não merece o seu olhar, você já é um vencedor pelo fato de estar aí e estar entre os melhores do mundo, e quando você achar que tudo vai cair ao seu redor, olhe prum canto vazio, você vai enxergar mais de 180 milhões de pessoas, que estão paradas naquele momento, sem ar, olhando pra a tv esperando pra te ver nadar, e lembre, que serão mais de 180 milhões de vozes gritando e empurrando você e que serão 180 milhões de abraços que você vai estar recebendo seja lá qual for o seu resultado, por que isso é Brasil, nós não desistimos nunca, e temos orgulho daqueles que nos representam...!
VAI THIAGO!!!
Bom, é isso... :D , espero que vocês tenham tido paciencia pra ler, e que tenham gostado também, e não dá pra não fazer uma propaganda né? rs, visitem o blog do FC DO CESÃO!
Bjos, Jack

Por enquanto, não sairam notícias relacionadas ao Thiago, mas caso vocês não saibam, ele atualizou seu blog e contou um pouco sobre a prova dos 400m medley.
Vale a pena ir lá deixar um recado para o Pereira e mostrar que o Brasil está e estará sempre com ele!
Para acessar ao blog oficial, clique Aqui

Thiago Pereira, oitavo colocado na final dos 400m medley, não ficou aborrecido com sua posição, pois sabia que a luta pela pódio seria acirrada, mas se mostrou muito insatisfeiro com o seu tempo (4:15.40) na prova disputada na manhã deste domingo no Cubo d'Água de Pequim.
"Valeu por participar de mais uma final olímpica, mas não foi o que eu queria, principalmente por não ter conseguido melhorar o tempo das eliminatórias", disse ao site do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
Pereira, ídolo da natação brasileira desde sua bem sucedida atuação nos Jogos Pan-americanos Rio-2007, registrou o tempo de 04:15:40, bastante inferior que o 04:11:74 que obtivera no sábado na série classificatória.
O brasileiro também se queixou de cansaço no final da prova vencida, como era esperado, pelo americano Michael Phelps, com direito a recorde mundial (4:03.84).
"O negócio agora é esquecer essa disputa e pensar nas próximas. Os 200m são completamente diferentes dos 400m", finalizou o nadador, ao se referir às duas provas que ainda disputará em Pequim. Os 200m peito, cujas eliminatórias serão na terça-feira, e os 200 m medley, na quarta-feira.
Fonte: A Tarde Online
Vídeo onde o Thiago comenta sobre a prova dos 400m medley.

“Na eliminatória, consegui nadar mais solto, mais fácil. Estava me sentindo bem no aquecimento antes da final, mas, ao cair na água, senti cansaço na passagem do borboleta para o costas”, contou Pereira.
Assim como o atleta, o técnico Fernando Vazella também acredita que seu pupilo conseguiria melhores resultados. “Ele nadou muito bem a eliminatória e a expectativa era de que conseguiria nadar abaixo dos 4min11 na decisão. Mas não deu. Agora, é descansar, conversar e já pensar nas próximas provas. Tenho certeza de que ele nadará melhor daqui pra frente”, falou otimista o treinador.
Ainda nesses Jogos, Pereira disputará a prova dos 200m medley, modalidade que foi quinto colocado em Atenas-2004, além do revezamento 4x200m livre.
Fonte: Gazeta Esportiva

- No meio da prova, me senti diferente. Logo que virei para o costas, não estava me sentido normal, explicou Pereira.
- Eu queria ter nadado mais perto do meu melhor, lamentou o brasileiro, que foi otimista para a final, já que terminou a prova classificatória em boa forma.
Nas Eliminatórias da última sexta-feira, Thiago Pereira fez 4min11s74. Na decisão deste final de semana, no entanto, o brasileiro ficou com o tempo de 4min15s40, marca que seria insuficiente para avançar até mesmo na prova classificatória.
- Não fiz o tempo que eu queria. Não é nem a questão de estar no pódio, queria ter melhorado a minha marca. Mas agora já passou e tenho que pensar nos 200 m medley, afirmou.
Em sua prova preferida, Pereira terá como principais rivais Phelps, Cseh e Lochte, medalhistas nos 400 m.
Thiago Pereira espera repetir a recuperação obtida nos Jogos de Atenas. Na Grécia, depois de decepcionar nos 400 m medley, ele chegou em quinto nos 200 m.
- É o que estou focado para fazer agora, declarou o nadador brasileiro.
Fonte: JB Online

Bom, vocês devem ter acompanhado a final dos 400m medley. Thiago terminou em 8º lugar, mas amanhã eu comento sobre isso já que o sono não permite.
Valeu Thiago por dar o teu melhor pelo Brasil! (:

Com a luz do Sol, em vez do azul artificial que ilumina o Cubo d'Água em Pequim pela noite, Thiago Pereira pode surpreender neste domingo na final dos 400m medley. Esta é a opinião de Fernando Vanzella, técnico do nadador brasileiro.
Pereira se classificou neste sábado para a final com o tempo de 4min11s74, próximo de sua melhor marca pessoal, mas abaixo de outros sete nadadores. O norte-americano Michael Phelps, com 4min07s82, já derrubou o recorde olímpico e é o favorito ao ouro. O húngaro Laszlo Cseh fez 4min09s26 em sua bateria. Outros quatro atletas ficaram na casa dos 4min10s.
"Esperávamos o corte mais alto, em 4min13s, só que isso aqui é a Olimpíada. Os tempos estão próximos, mas eu acho que muitos nadadores vão fazer marcas piores amanhã (domingo). Já o Thiago estava muito tranqüilo quando conversamos, então acredito que ele tenha algo guardado para a final", disse Vanzella.
"Ele está acostumado a disputar finais pela manhã, porque no Brasil é assim, e sempre melhora os tempos dele. Já os outros não estão acostumados com isso, na natação internacional as finais são sempre de noite. Vai ter gente piorando." A final dos 400m medley começa às 10h do domingo (local), 23h da noite de sábado (de Brasília). Será a primeira medalha da natação nestas Olimpíadas.
Fonte: Terra

Classificado em oitavo lugar geral nas eliminatórias dos 400 metros medley, o brasileiro Thiago Pereira minimizou o tempo de 4min11s74, disse que estava na sua expectativa e mostrou confiança para a final da modalidade, que acontece ainda nesta noite (horário de Mato Grosso), no Cubo d"Água.
"O tempo era mais ou menos esse, por volta de 4min10s, 4min11s. Esperava que os tempos (dos outros competidores) fossem mais altos, mas muita gente nadou bem. O importante é que estarei na final e amanhã (domingo, horário da China) é outro dia", avaliou o nadador, despreocupado por garantir apenas a última vaga disponível para a final.
Sobre suas chances, Pereira foi enfático ao avaliar uma possível ida ao pódio. "Em Jogos Olímpicos tudo pode acontecer, assim como conquistar uma medalha", reiterou.
"Difícil falar sobre medalha. Vou fazer o meu melhor. Se for ficar no pódio, claro que ficarei feliz. Mas o importante é sair da água e poder dizer que foi o melhor que eu poderia ter feito", completou.
As promessas que o brasileiro evita fazer são coerentes, afinal enquanto deixava a área de competição do Cubo d"Água, o norte-americano Michael Phelps mostrava a que veio e quebrou, também na bateria eliminatória dos 400 m medley, o recorde olímpico da modalidade.
"Eu vi que ele quebrou o recorde, mas ele tem 4min05s e era de se esperar que esse recorde caísse", avaliou Pereira. Phelps marcou 4min07s82 e quebrou o recorde olímpico da modalidade, que era dele mesmo, de 4min08s26.
Fonte: 24h News

- Não esperava que iria fechar tão forte. Fui muito bem, cansei um pouco no fim, mas tenho ainda mais a dar - declarou, sobre a marca de 4:11:74.
Em Atenas-2004, Thiago fez apenas o 17º tempo e não avançou à final. O favorito da prova em Pequim (a final dos 400m é neste sábado, às 23h, no horário de Brasília) é o americano Michael Phelps, que bateu o recorde mundial, dele mesmo, nas eliminatórias. O astro nadou só com a parte de baixo do maiô e de cavanhaque e bigode raspados. Phelps está guardando, certamente, o super maiô para as finais, onde deve render ainda mais.
Fonte: O Globo

Thiago classificou-se para a final dos 400m medley (23h de hoje). Ele que nadou na Raia 5, fez o tempo de 4:11:74; o 8º e último da classificação.
Seguem algumas fotos das eliminatórias.
Boa sorte Pereira! Estaremos contigo nessa e, Arriba \õ
VAI THIAGOOOOO!

Principal destaque da natação brasileira em Pequim, Thiago Pereira disputa na China sua segunda Olimpíada. Em Atenas, o nadador conquistou a quinta colocação no 200 metros medley. Neste ciclo olímpico, Thiago mudou sua postura para buscar um lugar no pódio. O brasileiro inicia sua trajetória na Olimpíada de Pequim neste sábado.
Confira abaixo um bate-bola com o nadador:
Pergunta: Qual a principal diferença do Thiago de hoje e o de Atenas?
Thiago Pereira: Aprendi muito nos últimos quatro anos, estou muito mais tranqüilo do que em 2004. Naquele ano, na final (dos 200m medley), acho que foi o dia mais nervoso da minha vida. Soube me preparar melhor em relação à imprensa, à cobrança e tudo mais. Soube lidar melhor com isso do que em 2004.
P: Dá para citar os principais pontos desse amadurecimento?
TP: Veio com o treinamento em si, o dia-a-dia. O Pan foi um grande aprendizado, foi uma maratona, a competição em que nadei mais provas na vida.
P: Com o passar dos anos, o assédio em você aumentou. Isso atrapalha?
TP: Acabei acostumando com isso. Sempre que alguém aparece mais, está na mídia, por um lado é bom, pois tem de dar atenção. Mas tem de fazer com que isso não atrapalhe treinos e competição. Depois do Pan foi um pouco fora do normal, muita gente em cima.
P: E a cobrança?
TP: É maior. Sempre me perguntam por medalhas e resultados. "E agora, vão ser quantas? Mais três, mais oito?" Mas não é por mal, é um jeito de puxar assunto, querer conversar, sei que as pessoas querem passar boa sorte. Tento levar isso tudo pelo lado bom, pelo lado de que é mais uma pessoa torcendo por mim.
Fonte: MSN Esportes
Não se esqueçam, amanhã tem Thiago na piscinas, às 07:30 da manhã.

No futebol, inventar apelidos é um costume muito antigo, que vem dos próprios jogadores, da família ou dos amigos, embora os jornalistas também contribuam para a brincadeira, destacando determinadas características físicas ou gestuais, como poderia ser o "Topo Gigio" Riquelme, pela maneira como o argentino comemora seus gols.
O companheiro dele, Sergio 'Kun' Agüero, recebeu este novo nome por causa dos desenhos japoneses que assistia quando era pequeno, cujo personagem principal se chamava Kum-Kum "e era parecido comigo", contou o atacante do Atlético de Madri.
Entre as mulheres, a atacante brasileira Marta, duas vezes melhor jogadora do mundo, é chamada de "O rei" ou "Pelé de saias".
Lionel Messi tem dois apelidos: Leo, diminutivo de seu nome, e "pulga", porque é baixinho desde pequeno.
O panamenho Irving Saladino, favorito ao ouro no salto triplo, é chamado em seu país de "canguru dos trópicos", nada mais nada menos por sua marca história de 8,73m.
O dominicano Félix Sánchez adora seu apelido de Superman, tatuagem que tem gravada em sua pele com o escudo do famoso super-herói. Da mesma forma, o nadador brasileiro Thiago Pereira é chamado pela imprensa de "Super Thiago".
O apelido nasceu no Pan-Americanos-2007: os torcedores se vestiram de Superman com um T no lugar do S do escudo do super-herói e, no Parque Aquático Maria Lenk do Rio, chegou a ser chamado de "Mark Spitz" da América do Sul pela imprensa latina.
Além deles, há um personagem da realeza, o tenista argentino "Rei David" Nalbandián. No mesmo esporte, o número um mundial, Roger 'Fedexpress' Federer, recebeu este apelido da relação entre a parte inicial de seu nome e a velocidade com que corre nas quadras atrás da vitória.
Yao Ming, o pivô de 2,26m, é mais parecido com a Muralha da China e não poderia ter outro apelido, assim como o "arranha-céu Pinareño" Pedro Lazo, uma instituição gigante do beisebol cubano e especialmente de sua equipe Pinar del Río.
Fonte: G1
Segue aí, umas montagem publicada na globo.com, ano passado (Pan do Rio 2007), do "super-Thiago" haha. Show né? Achei super criativo.


Nesta sexta-feira, será dado o início para as competições de uma das provas mais emocionantes e charmosas dos Jogos Olímpicos: a natação. As provas dessa modalidade serão disputadas até o dia 20 de agosto, que terá o encerramento com a maratona aquática, uma novidade na Olimpíada de Pequim.
A delegação brasileira chega rodeada de expectativa. Ao todo são 27 atletas (15 no masculino e 12 no feminino). O grande nome do Brasil é o de Thiago Pereira, que competirá em oito modalidades. O atleta tem como forte os 200 e os 400m medley. O grande problema para Thiago é que em várias das provas ele terá pela frente o fenômeno americano Michael Phelps.
Phelps, por sua vez, é o responsável por trazer os holofotes para o Cubo D'Água. Afinal, o maior nome do esporte na atualidade tem a chance de bater em Pequim o recorde de seu compatriota Mark Spitz nos Jogos de Munique, em 1972. Na ocasião, Spitz conquistou sete medalhas de ouro e Michael competirá em oito provas.
Considerado um fenômeno nas piscinas, Michael Phelps já afirmou nunca temer adversários, mas elegeu sua prova mais difícil: os 400m medley.
Entre os brasileiros, além de Thiago Pereira, outros dois também aparecem bem cotados na briga por medalhas olímpicas: César Cielo e Kaio Márcio. O primeiro é nome forte na disputa da prova mais rápida da natação: os 50m livre. O segundo, que chegou até a ser elogiado por Phelps, participará dos 100m e 200m borboleta com boas chances em ambas.
Já pelo lado feminino, as chances brasileiras de medalha são muito remotas. Os destaques da delegação ficam por conta de Flávia Delaroli, nos 50m livre, Fabíola Molina, nos 100m costas, e Joana Maranhão, nos 400m medley.
Fonte: O Globo

Termina amanhã uma espera de quatro anos. Finalmente Michael Phelps mergulhará na piscina para iniciar o desafio de conquistar oito medalhas nos Jogos de Pequim e um lugar na história dos grandes heróis olímpicos. A primeira prova é a dos 400 metros medley, com a presença do brasileiro Thiago Pereira. As eliminatórias ocorrem a partir das 7h30 (de Brasília) no Cubo D'Água.
Na China, Phelps irá disputar cinco provas individuais e três de revezamento. São elas os 100 metros borboleta, 200 metros medley, 200 metros livre, 200 metros borboleta, 400 metros medley e os revezamentos 4 x 100 metros livre, 4 x 100 metros medley e 4 x 200 metros livre. Das provas individuais, o americano só não é o detentor do recorde mundial nos 100 metros borboleta, distância dominada por seu compatriota Ian Crocker.
Entre os desafios que terá durante os Jogos está o fato de ter de competir pela manhã - o que ocasionou reclamações de vários atletas, mais acostumados a mergulhar na piscina para decisões à tarde ou à noite.
Thiago Pereira ressalta que a situação faz com que as disputas por medalhas sejam mais longas, passem de dois para três dias, o que às vezes é um problema para quem vai participar de vários eventos, como Phelps. O americano, no entanto, garante que, para vencer, é preciso estar pronto para atuar sob qualquer circunstância. Se for preciso, disse que entrará na piscina a qualquer hora.
A preparação para Pequim não foi totalmente tranqüila. "Passei por altos e baixos no ano passado", admitiu Phelps. O fenômeno, que disputou sua primeira Olimpíada aos 15 anos, nos Jogos de Sydney, em 2000, teve seu pior momento em novembro, quando fraturou o pulso ao sair de um carro. Perdeu um mês de treinamento por causa do acidente. O problema, no entanto, não impediu o nadador de bater dois recordes mundiais nas seletivas americanas da natação, em junho.
Apostas
A bolsa de apostas está aberta. Será Phelps capaz de superar os sete ouros olímpicos conquistados por Mark Spitz nos Jogos de Munique/1972?
Entre os que acreditam que sim está o próprio Spitz, para quem o compatriota ganharia mesmo com o braço quebrado. "Colam de volta no lugar, colocam ele na piscina e ele vence".
Outra pessoa que acredita na quebra do recorde é o técnico do nadador, Bob Bowman, lembrando que já presenciou seu pupilo fazendo coisas consideradas impossíveis na piscina.
Mas há quem ache o desafio do fenômeno da natação difícil demais. "Ele enfrentará três dificuldades principais: deverá conduzir bem a primeira prova, de 400 metros medley, não terá controle nos revezamentos (onde depende de seus companheiros e de uma boa saída) e não detém o recorde mundial dos 100 m borboleta", observou o ex-nadador australiano Ian Thorpe, hoje comentarista de televisão em seu país.
Thiago Pereira também tem dúvidas. Segundo o brasileiro, Phelps é realmente fora-de-série, mas o americano tem adversários difíceis em algumas provas e, talvez, sua performance seja prejudicada pelo desgaste físico, resultado das muitas eliminatórias que precisará disputar. Phelps vai precisar nadar muito.
Fonte: Estadão

"O Thiago está tranqüilo e focado, bem adaptado ao fuso horário, a Vila Olímpica e aos treinos", garantiu o técnico do nadador, Fernando Vanzella. "Ele tem feito muitos elogios à piscina, dizendo que ela é muito rápida e de uma estrutura impressionante. O Thiago está se sentindo bem e só esperando a competição chegar", complementou.
Embora a prova dos 400m medley não seja a especialidade de Thiago Pereira, o treinador do brasileiro disse confiar nas chances de o pupilo faturar já no sábado, às 23h (de Brasília, quando acontece a final), a sua primeira medalha olímpica.
"Não é porque hoje, pelo retrospecto, ele não tenha tempo para ficar entre os três primeiros, que ele não tem chance de medalha", rechaçou Vanzella. "Ele vai entrar com tudo para nadar bem", garantiu.
A melhor prova de Thiago Pereira é o 200m medley. O nadador ainda disputará o revezamento 4x200m livre, e o pensamento do técnico é um bom desempenho nas três disputas. "Ele não vai participar dos 400m medley só para quebrar o gelo. Ele foi inscrito nas três provas porque tem chances de obter um excelente resultado em todas elas", prosseguiu.
Fonte: Terra

[...]
Enquanto o brasileiro testava o traje, seu colega de equipe Thiago Pereira circulava pelo complexo do Cubo D'Água com barba já grande e chapéu enfiado na cabeça. Evitando falar com a imprensa, ele apenas acenou garantindo que aparecerá na estréia, no sábado, com o rosto limpo.
"Vou tirar hoje", gritou já quase de dentro do vestiário, brincando com o companheiro Henrique Barbosa, sobre a farta cabeleira que ele exibia no rosto também. "E ele vai também", disse Pereira.
Para o canadense Mike Brown, um dos vários marmanjos barbados da equipe de seu país na sessão de treinamento, a sexta-feira ainda incluirá algumas horas de raspagem de pêlos para diminuir a resistência do corpo com a água.
"Todo mundo vai fazer o mesmo, eu mesmo vou passar duas ou três horas nisso", disse o nadador. "É uma espécie de ritual dos nadadores", afirmou Rômulo Noronha, chefe da equipe de natação do Brasil, também com a barba por fazer.
Fonte: Estadão

Após dez dias de treinamento e aclimatação, Thiago Pereira está pronto para a estréia na Olimpíada de Pequim. Adaptado ao fuso e animado com a piscina do Cubo D'Água de Pequim, o nadador estréia, neste sábado, às 7h30 (horário de Brasília), nas eliminatórias dos 400 metros medley. A final da distância será no mesmo dia, às 23 horas. Mas tudo indica que não usará o hi-tech maiô LZR Racer. O nadador não recebeu da Speedo o maiô sem costuras, desenvolvido pela Nasa, que auxilia na flutuação, a tempo de experimentar o traje em treinos. Com o maiô, foram quebrados cerca de 40 recordes na temporada.
Thiago tem treinado com o maiô da fabricante Blueseventy, normalmente usado pelos atletas do triatlo e da maratona aquática, e está bem adaptado.
"O Thiago está tranqüilo e focado. Está bem adaptado ao fuso, à vila olímpica, aos treinos. Tem feito elogios à piscina, que é muito rápida e à estrutura, que é impressionante. Está bem, o clima da equipe é o melhor possível e, agora, espera a competição chegar", conta o técnico Fernando Vanzella.
Sobre a estréia nos 400m medley, diz que Thiago nadará a prova para entrar na final e disputar medalha.O nadador ainda fará os 200m medley, sua especialidade, e o revezamento 4X200m livre. "Apesar de nadar os 400m medley antes dos 200m, não estamos com o pensamento de que ele participará apenas para quebrar o gelo. A gente inscreveu o Thiago nessas três provas, porque ele tem chances reais de fazer um excelente resultado nas três", acrescenta o técnico.
Fonte: Yahoo/notícias

Thiago Pereira está pronto para a estréia na Olimpíada de Pequim. Adaptado ao fuso e animado com a “rápida” piscina do Cubo D’Água, o nadador estréia neste sábado às 7h30 (horário de Brasília), na eliminatória dos 400m medley. A final da prova será no mesmo dia, às 23 horas.
Thiago está bastante confiante na segunda participação olímpica de sua carreira. Ele fez dez dias de treinamento e aclimatação ao fuso em Macau e treinou nos últimos três dias no parque aquático de Pequim.
“O Thiago está tranqüilo e focado. Está bem adaptado ao fuso, à vila olímpica, aos treinos. Tem feito muitos elogios à piscina, diz que ela é muito rápida e a sua estrutura é impressionante. Ele está se sentindo bem, o clima da equipe é o melhor possível e, agora, está só esperando a competição chegar”, conta o técnico Fernando Vanzella.
Sobre a estréia nos 400m medley, Vanzella diz que Thiago nadará a prova para entrar na final e disputar medalha. “Não é porque hoje, pelo retrospecto, ele não tem tempo para ficar entre os três primeiros, que ele não tem chance de medalha. Ele vai entrar para nadar bem. Vai entrar com tudo”, afirma o treinador.
Na China, Thiago ainda nadará os 200m medley, sua especialidade, e o revezamento 4X200m livre. “Apesar de ele nadar os 400m medley antes dos 200m, não estamos com o pensamento de que ele participará dos 400m para quebrar o gelo. A gente inscreveu o Thiago nessas três provas, porque ele tem chances reais de fazer um excelente resultado nas três”, acrescenta o técnico.
Sobre a polêmica do maiô, o nadador e seus companheiros da equipe brasileira ainda não receberam da Speedo o LZR Racer, o maiô high-tech sem costuras, desenvolvido pela Nasa, que auxilia na flutuação. Thiago tem treinado com o maiô da fabricante ‘Blueseventy’, normalmente usado pelos atletas do triatlo e maratona aquática e está bem adaptado. “Ele só decidirá qual maiô usará nesta sexta-feira, na véspera da prova”, diz Vanzella.
Fonte: FinalSports

“O Thiago está tranqüilo e focado, bem adaptado ao fuso horário, à Vila Olímpica e aos treinos”, garantiu o técnico do nadador, Fernando Vanzella. “Ele tem feito muitos elogios à piscina, dizendo que ela é muito rápida e de uma estrutura impressionante. O Thiago está se sentindo bem e só esperando a competição chegar”, complementou.
Embora a prova dos 400m medley não seja a especialidade de Thiago Pereira, o treinador do brasileiro disse confiar nas chances de o pupilo faturar já no sábado, às 23 horas (de Brasília, quando acontece a final), a sua primeira medalha olímpica.
“Não é porque hoje, pelo retrospecto, ele não tenha tempo para ficar entre os três primeiros, que ele não tem chance de medalha”, rechaçou Vanzella. “Ele vai entrar com tudo para nadar bem”, garantiu.
A melhor prova de Thiago Pereira é o 200m medley. O nadador ainda disputará o revezamento 4x200m livre, e o pensamento do técnico é um bom desempenho nas três disputas. “Ele não vai participar dos 400m medley só para quebrar o gelo. Ele foi inscrito nas três provas porque tem chances de obter um excelente resultado em todas elas”, prosseguiu.
Maiô: Thiago Pereira ainda não sabe com que maiô competirá em Pequim. Como ainda não recebeu o seu exemplar LZR, que vem sendo apontado como o responsável pela quebra de vários recordes mundiais recentemente, o brasileiro vem participando dos treinos com um exemplar usado normalmente por competidores de triatlo e maratona aquática. Ele só decidirá na sexta-feira, na véspera da prova, qual maiô usará”, concluiu Vanzella.
Fonte: Gazeta Esportiva

Thiago Pereira não entra nos sites de notícia da Internet. Prefere não saber o que andam escrevendo dele nesse momento. Também não liga a televisão no quarto da Vila Olímpica porque não tem paciência para ver os programas da TV estatal chinesa. Ninguém entende nada. Trouxe muitos filmes do Brasil na bagagem e já arranjou um jeito de baixar outros da internet para seu computador pessoal. Esse tem sido seu passatempo preferido em Pequim.
Desde ontem, o melhor nadador do Brasil e uma das maiores esperanças de medalha olímpica do País, está mergulhado em seus pensamentos, treinos e descanso. É concentração total para a estréia. Um filme da temporada deve passar em sua cabeça. Ele sabe que tudo foi feito para esse momento, desde o Pan no Rio, passando pelos treinos e as competições oficiais com adversários de qualidade. Quatro anos de sacrifício de Atenas para cá. E muita água rolou por debaixo dessa ponte. Ganhou força e experiência. Está confiante e já não vê nos adversários competidores imbatíveis. Nem no norte-americano Michael Phelps, o melhor de todos no momento.
Thiago será o primeiro brasileiro a cair na água no complexo aquático dos Jogos de Pequim, o Cubo D’Água. Sábado, às 6h30 de Mato Grosso, ele participa das eliminatórias dos 400 metros medley, sua especialidade e uma das seis provas em que ganhou ouro no Pan do Rio, no ano passado. Às 22 horas (de Mato Grosso) do mesmo dia, já na manhã de domingo na China, faz a final se conseguir o índice para isso.
Daynara de Paula também participará no sábado da prova dos 100 metros borboleta. "Sou uma pessoa sonhadora e sempre penso positivamente. Então, é claro que sonho com uma medalha. Vim aqui para ganhar", diz, bem mais descontraída e bem-humorada que o colega de equipe. A diferença é brutal na condição dos dois nadadores.
Daynara não carrega nos ombros o mesmo fardo de Thiago. Ele sabe que qualquer resultado que não seja uma medalha nos 400 metros medley é fracasso em Pequim. Por isso precisa se concentrar. Esquecer do mundo. Tem evitado andar na Vila Olímpica, cheia de atividades e coisas para ver e fazer. Tudo isso pode lhe tirar o foco da prova. "As pessoas são diferentes. Para algumas, ficar trancado, descansando no quarto sem ver a hora passar, pode ser bom. Para outras, pode ser ruim", disse Daynara.
Fonte: Diário de Cuiabá

Chegou a hora de superar a ansiedade de quatro anos de espera. A natação estréia neste sábado, 9/08, no Parque Aquático Nacional da China, o Cubo D”Água, às 18h30 local e 7h30 pelo horário de Brasília. Dez brasileiros caem na água sob os holofotes do mundo: Thiago Pereira, Daynara de Paula, Gabriela Silva, Joanna Maranhão, Henrique Barbosa, Felipe Lima, Flávia Delaroli, Michelle Lenhardt, Tatiana Lemos e Monique Ferreira. Com exceção da prova de 400m livre masculino, o Brasil terá atletas em todas as provas do primeiro dia.
400m medley Masculino – Nos Jogos de Atenas 2004 Thiago não foi à final. Ele terminou as eliminatórias em 17º lugar (4m22s06). Em Pequim, depois de muitas competições internacionais e medalhas pan-americanas, ele chega como um “jovem veterano”. No caminho estão vários competidores “pesos-pesados”.
No ranking mundial de 2008, até o momento, Thiago é o quinto da prova, com 4m12s90. No topo está o maior candidato a astro da Olimpíada de 2008, o americano Michael Phelps, com 4m05s25, seguido pelo compatriota Ryan Lochte (4m06s08). O húngaro Lazlo Cshe (4m07s96) e o inglês Thomas Raffield (4m12s59) são, respectivamente, o terceiro e o quarto da lista. Mas Thiago tem tempo melhor, 4m11s14, recorde sul-americano feito no Pan Rio 2007. Esta última marca é que aparece no tempo de entrada da competição.
Thiago se destacou em todas as categorias de base até o ano de 2003, quando ganhou sua primeira medalha de ouro em um campeonato brasileiro absoluto, nos 200m peito, do Troféu José Finkel, em Santos. Desde então, ele cresce a cada ano e já tem no currículo um recorde mundial em piscina curta, uma medalha de ouro e duas de bronze no Campeonato Mundial em Piscina Curta da FINA, 10 medalhas, sendo que seis de ouro, somando os Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo 2003 e Rio de Janeiro 2007.
Já em regime de concentração para as provas, ele prefere não dar declarações neste momento e focar em suas provas. Para relaxar, o técnico Fernando Vanzela diz que o atleta mergulha nos filmes. Na tarde desta quinta-feira (7/08) ele se divertiu com o ′Auto da Compadecida′, filme baseado na obra de Ariano Suassuna. Classificado para nadar sete eventos em Pequim, Thiago, por enquanto, deve ficar apenas nos 200m e 400m medley e 4x200m livre.
Fonte: FinalSports

Seria o marco do fim de uma seqüência vitoriosa iniciada em Barcelona-92, com uma prata de Gustavo nos 100m livre, que voltou a brilhar em Atlanta-96, com o segundo lugar nos 200m livre e o terceiro nos 100m livre. Aquela Olimpíada ainda teria Fernando Scherer ganhando seu lugarzinho no pódio, fi cando atrás apenas do americano Gary Hall Jr. e do russo Aleksandr Popov.
Antes deles, o Brasil já havia figurado entre os melhores em outras quatro oportunidades. O quadro de medalhas da modalidade foi aberto pelo bronze de Tetsuo Okamoto, em Helsinque-52. Depois,foi a vez de Manoel dos Santos, em Roma-60 (100m livre).
O jejum só foi quebrado em 1980,com o bronze do 4x200m livre. Quatro anos mais tarde, Ricardo Prado entraria para a galeria com a prata nos 400m medley.
Freqüentar aqueles degraus é algo que Thiago Pereira, Cesar Cielo e os outros integrantes da equipe desejam. Bem posicionados no ranking mundial, Thiago e Cielo trabalharam para tentar transformar o sonho em realidade. Um terá em suas provas Michael Phelps, o que já significa uma medalha a menos na disputa. O outro nadará os 50m livre, prova que mais evoluiu neste ano. “Eu pretendo brigar com os melhores e lutar por uma medalha. Não estou morto”, afirma Cielo.
Depois de ter admitido um certo nervosismo em seu debut olímpico, em 2004, quando ficou em quinto lugar nos 200m medley, Thiago se diz maduro para enfrentar a concorrência. A equipe feminina também teve seu crescimento. Mas o objetivo é chegar a uma final. Em Atenas, foram três: com o revezamento 4x200m livre, sétimo colocado, com o oitavo lugar de Flávia Delaroli nos 50m livre, e outra com Joanna Maranhão. Com o quinto lugar nos 400m medley, ela se igualou a Piedade Coutinho, então melhor resultado da natação feminina, nos Jogos de Londres-48.
Na maratona aquática, o Brasil terá Allan do Carmo, Poliana Okimoto e Ana Marcela Cunha. A primeira já foi vice-campeã mundial e a segunda lidera o ranking mundial dos 10km.
Fonte: O Dia

Assista ao vídeo da chegada dos brasileiros em Pequim no dia 04/08.

– Na aclimatação a ansiedade era menor. Agora o clima de olimpíada vai esquentando, mas a gente procura levar tudo com calma, sem nervosismo – comentou Thiago, que garante não ser jogo de cena o fato de ter praticamente ignorado a presença de Phelps. – Até vi que ele passou perto de mim, mas tenho que ficar focado no meu resultado.
Herói do Pan-2007 com oito medalhas, seis delas de ouro, Thiago tenta levar com naturalidade a pressão por bons resultados contra as verdadeiras referências do esporte mundial. Procura agir de modo exatamente oposto ao que fazia quando se via cercado de microfones em Atenas, competição em que também ficou em 17º nos 400m medley. O nadador admite que naquela época se assustou com o assédio repentino, algo que tira de letra, sem economizar nos sorrisos. Thiago só não aceita falar em projeções.
– Todo mundo acha que é fácil você chegar numa olimpíada, nadar e ganhar uma medalha. Esquecem que é o mundo inteiro lutando por isso, uma concorrência imensa. Sempre surgem novos atletas e muitos não conseguem nem chegar aqui. O Phelps foi pego aos 12 anos para começar a se desenvolver, não é tão simples – comenta o nadador, que nos treinos dará ênfase aos 200m e 400m medley, sem fazer qualquer planejamento de medalha. – O que eu mais quero é sair da água com a consciência de que fiz o melhor que eu podia. Meu objetivo é melhorar minhas marcas e meus recordes. Antes de pensar em medalha, quero chegar à final. Só os oito primeiros vão brigar por medalhas. Daí para frente, o que vier é lucro.
Em Pequim, Thiago Pereira passou para César Cielo o posto de calouro candidato a medalha. A diferença é que Cielo chega a Pequim com resultados mais expressivos e três anos mais velho em relação à idade que Thiago tinha em 2004.
– Toda hora que bate um aperto, uma preocupação, eu me lembro de uma frase que uma menina me mandou uma vez e que está colada na parede lá de casa: - não desperdice as chances que você mesmo criou. É isso o que eu estou trazendo para essa Olimpíada – comentou.
Fonte: JB Online

Confira as fotos do treinamento do dia 06/08, no Cubo D'água, em Pequim. Por David Gray e Satiro Sodré.

"Eu treino na raia ao lado dele, já acostumei", contou Kaio, que está tranqüilo com a proximidade da estréia olímpica. "Agora está perto, faltam poucos dias para começar. Acredito que é até um alívio. A gente treinou tanto para competir", diz o paraibano, que além dos 100 m e 200 m borboleta, compõe o quarteto do 4 x 100 m medley.
"Nosso objetivo é melhorar o nosso tempo. Fazer tudo perfeito. Muita gente já vai nadar no primeiro dia, mas a gente já sabe o que vai fazer. Ninguém vai dar bobeira, não", brincou Kaio.
Entre os que mergulham logo na abertura das competições está Thiago Pereira, escalado para os 400 m medley. O nadador conta que a experiência de Atenas-2004 lhe dá mais confiança para conter a ansiedade nos dias antes da estréia.
"Eu estou normal. Mais tranqüilo até, já com uma edição de Jogos Olímpicos nas costas", conta Pereira, que é uma das esperanças de medalha do país nos 200 m e 400 m quatro estilos.
Mesmo após a badalação pelo excelente desempenho nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, no ano passado, Thiago Pereira diz que mantém a concentração e não liga para a pressão. "Sou bem desligado, não estou muito atento ao que se passa à minha volta", diz o nadador. "O negócio é relaxar, na hora vai dar certo", completou.
Fonte: Uol
Visualize a galeria do Terra com fotos do Thiago e Kaio Márcio em Pequim, acesse Aqui

O Brasil teve uma estréia inspiradora na piscina do Cubo D'Água em Pequim. Ontem, a equipe brasileira de natação treinou lado a lado com a americana, que contava com seus principais atletas - entre eles, Michael Phelps, grande estrela mundial do esporte. Alguns nadadores chegaram a dividir raia com o fenômeno. O time australiano, outra atração dos Jogos da China, também participou das atividades.
Todos os brasileiros deixaram o Cubo D'Água bastante empolgados. "Foi a melhor piscina em que já caí. A de aquecimento também é ótima, na temperatura perfeita", disse Thiago Pereira, veterano de Atenas/2004 e ganhador de oito medalhas no Pan do Rio. Para o estreante César Cielo, "a piscina é rápida", o que deve confirmar sua expectativa de que muitos recordes mundiais devem ser batidos durante os Jogos.
Na raia com Phelps
Os atletas mostraram-se satisfeitos em dividir a piscina com Phelps, mas sem tietagem. "Acho que tenho de pensar em mim, na minha prova", disse Thiago, que terá o americano como rival em três provas da Olimpíada.
Nos treinos de ontem, muitas delegações dividiram simultaneamente a piscina, formando uma fila de nadadores. "De vez em quando rola uma pernada ou uma braçada. A gente tem até de se preocupar um pouco para não se machucar", exagerou Cielo. "Às vezes rola um 'totozinho' no pé para você sair da frente, mas é tudo feito em um esquema tranqüilo", comentou Thiago. Eles desembarcaram anteontem em Pequim, depois de um período de aclimatação de dez dias em Macau.
Fonte: Estadão

- Agora está perto, faltam poucos dias para começar. Acredito que é até um alívio. A gente treinou tanto para competir - revela Kaio Márcio, que vai nadar os 100m e 200m borboleta, além do 4x100m medley.
Kaio esteve na piscina do Cubo d´Água na manhã desta quarta-feira, com Thiago Pereira. Nesta reta final, a presença de adversários como o astro americano Michael Phelps durante os treinamentos é outro indicativo de que os Jogos estão chegando. Mas nem isso tira a calma de Kaio.
- Eu treino na raia ao lado dele, já acostumei. Nosso objetivo é melhorar o nosso tempo. Fazer tudo perfeito - conta.
Segundo ele, todos na equipe estão muito tranqüilos.
- Muita gente já vai nadar no primeiro dia. Mas a gente já sabe o que vai fazer. Ninguém vai dar bobeira, não - garante.
Entre os que mergulham logo na abertura das competições está Thiago Pereira, que encontrou no retiro e no silêncio uma arma para melhor se concentrar. Até o início da disputa da natação, neste sábado, 9 de agosto, Thiago pretende se recolher. Mas está confiante.
- Eu estou normal. Mais tranqüilo até, já com uma edição de Jogos Olímpicos nas costas - conta ele, que esteve em Atenas, capital da Grécia, quatro anos atrás.
Toda a badalação em volta dele depois do excelente desempenho nos Jogos Pan-americanos Rio 2007, com seis medalhas de ouro, uma de prata e uma bronze não tiram sua concentração, nem o incomodam.
- Sou bem desligado, não estou muito atento ao que se passa à minha volta - diz.
Ele prefere, agora, pensar em tudo que ouviu da família e dos amigos antes de sair do Brasil.
- Muita gente me deu boa sorte. O negócio é relaxar, na hora vai dar certo - encerra.
Fonte: O Globo.

“Eu não sei se vou nadar todas as provas. Provavelmente, participarei das duas do medley (200m e 400m) e dos revezamentos. Não sei se vou participar dos 200m costas”, contou o nadador em coletiva de imprensa em Pequim. “Trata-se das Olimpíadas, então, eu quero tirar o máximo proveito dessa chance para ter um bom resultado”, completou.
Maduro e consciente de suas chances nos Jogos, Pereira, que ganhou seis ouros nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, em 2007, espera fazer o seu melhor no Cubo D’Água.
”O meu objetivo é nadar o mais rápido que posso, esquecer as finais, esquecer tudo. Eu quero sair da água feliz e saber que fiz o meu melhor”, falou o nadador fluminense, que acha a estrutura de Pequim mais completa que de Atenas.
A Vila Olímpica ”é bonita, fantástica, muito melhor que a de Atenas. Todas as coisas estão melhores e mais fáceis. Tenho fácil acesso a tudo que preciso”, finalizou.
O grande favorito ao ouro nas provas de medley é o norte-americano Michael Phelps, que lutará para superar o recorde do compatriota Mark Spitz, que, nos Jogos de Munique-72, conquistou sete medalhas de ouro. Em Pequim, Phelps nadará oito provas.
Fonte: Gazeta

Em entrevista, Thiago diz que nunca nadou em uma piscina igual.

Confira abaixo algumas fotos do treinamento no Cubo D'agua direto de Pequim. Por Marcelo Pereira/Terra.

A atuação brilhante da natação brasileira nos Jogos Pan-Americanos do Rio fez a torcida brasileira sonhar com um bom desempenho também nos Jogos Olímpicos de Pequim. No entanto, levando em consideração a diferença de nível entre as duas competições, é difícil prever que o Brasil se destaque tanto nas Olimpíadas da China.
Thiago Pereira, no medley, Kaio Márcio, no borboleta, e César Cielo, no livre, são as grandes promessas de medalhas da natação brasileira. Mas eles não estão só. O Brasil leva a Pequim a maior delegação de natação da história dos Jogos Olímpicos, com 27 nadadores, contando os três da maratona aquática. E, ao que tudo indica, é melhor não só na quantidade, como na qualidade.
Em contrapartida, a seleção americana, maior potênica mundial da modalidade, também promete não brincar em serviço. Com o fenômeno Michael Phelps e outras estrelas em sua equipe, os Estados Unidos já saem em grande vantagem em relação aos outros países. Mas há quem diga que essa será a disputa mais acirrada da natação em Jogos Olímpicos.
Se não bastasse o aumento de qualidade e quantidade de atletas na briga pela medalha dentro d'água, o polêmico "maiô espacial", o LZR Racer, promete apimentar ainda mais a competição, com promessa de muitos recordes mundiais.
Os concorrentes do Brasil:
Medley - Thiago Pereira:
Michael Phelps (EUA): É o atual grande fenômeno da natação. Conquistou seis ouros em Atenas e pode garantir mais oito em Pequim.
Ryan Lochte (EUA) : Rival costante de Phelps na busca por recordes no medley, principalmente na prova de 200m.
Laszlo Cseh (HUN): Tirou o recorde mundial de Thiago Pereira dos 200m medley em piscina curta.
Fonte: Globo Esporte
Para visualizar a animação e mais informações sobre natação, acesse Globo Esporte.

D. Rose relembra, ao lado da professora de natação, alguns momentos do Thiago no Clube de Funcionários de Volta Redonda.

Ao lado de Thiago Pereira, Cielo chega a Pequim como grande esperança da natação brasileira. Treinando e morando há três anos em Auburn, nos Estados Unidos, ele ganhou o respeito até dos rivais americanos. “Conquistei muitas coisas lá, o que é bem difícil, e foi importante para mim. Venho para a China tentar dar o meu melhor. E espero que esse melhor possa me colocar entre os três primeiros”, ressaltou, no desembarque em Pequim, ao lado dos 24 colegas que compõem a equipe brasileira.
Cielo, que, além dos 50m e 100m livre, deverá nadar os revezamentos 4 x 100m livre e 4 x 100m medley, sabe que não terá vida fácil em Pequim e aposta num show de quebra de recordes nos Jogos, como vem acontecendo na temporada: “Será a Olimpíada mais rápida da história. Acho que todos os recordes do torneio serão quebrados. A minha prova (50m livre) foi a que mais evoluiu”.
Enquanto Cielo fará sua estréia em olimpíadas, Thiago Pereira, 22 anos, conta com a experiência de ter disputado os Jogos de Atenas-2004. Por isso, o nadador negou a influência de qualquer tipo de pressão. “Em Atenas, eu estava nervoso pela estréia. Mas chego à China bem mais tranqüilo.”
Há quatro anos, o carioca foi o quinto colocado nos 200m medley, prova em que deposita suas maiores esperanças em Pequim, apesar da concorrência com o mito Michael Phelps.
Fonte: Correios

Após treinar ao lado do fenômemo norte-americano Michael Phelps, o nadador brasileiro Thiago Pereira afirmou, nesta terça-feira, durante a preparação no Cubo d'Água para os Jogos Olímpicos de Pequim, que não quer pensar no atleta dos Estados Unidos.
"Eu não acompanho muito não. Até o vi passando, mas tenho que ficar focado em mim. O melhor a fazer é pensar no meu resultado", afirmou o brasileiro, que negou que houvesse qualquer tipo de clima "desafiador" entre os dois atletas. Thiago vai focar seus treinamentos para as provas dos 200 metros e 400 metros medley.
No entanto, Phelps não passou despercebido pelo técnico brasileiro Fernando Vanzella. Segundo o treinador, não tem como não prestar atenção no norte-americano.
"Acho que ele é um fenômeno. Não tem como negar isso. É muito bom ver um cara desses treinar. Você aprende sempre", disse Vanzella.
Phelps fez um treino leve nesta terça. O nadador aqueceu por 20 minutos na raia sete, incluindo exercícios com prancha e bóia. Depois disso, saiu da piscina e caiu na raia nove, destinada a treinamentos voltados para velocidade. Após um único "tiro" em 25 mestros no estilo borboleta, o nadador deixou o Cubo d'Água e encerrou o treinamento.
Phelps quer alcançar o recorde de seu compatriota Mark Spitz de sete medalhas de ouro, conquistadas nos Jogos Olímpicos de Munique em 1972. Em Atenas 2004, Phelps conquistou seis medalhas de ouro e duas de bronze e ficou muito perto da marca de Spitz.
Fonte: Terra

Para Gustavo Borges, o nadador brasileiro Thiago Pereira terá que enfrentar uma batalha difícil em Pequim para chegar ao pódio. As chances seriam maiores nos 200m medley.

Bastaram alguns minutos na água para os dois melhores nadadores do Brasil, Thiago Pereira e César Cielo, fazerem o veredicto: a piscina olímpica, dentro do Cubo d´Água, é a melhor mundo.
"A hora que a gente olhou para piscina, pensou, ´deve ter uns 48 metros´. Ela parece até menor do que as outras piscinas de verdade. Visivelmente está mais rápida, a sensação está mais rápida, então acho que muitos tempos baixos vão sair. A piscina está bonita. É a melhor do mundo", comentou César Cielo
Thiago Pereira disse que nem mesmo a enorme quantidade de outros nadadores treinando ao mesmo tempo atrapalhou.
"Quando a piscina é boa... claro que muita gente na raia atrapalha, mas dá pra sentir se a piscina é boa ou não é. E deu para sentir hoje com essa estrutura espetacular que a China montou", disse.
"Foi bem legal a sensação de entrar aqui (no Cubo), só tinha visto pela TV. É fora do normal essa piscina. Tudo, até a piscina de aquecimento, a de competição... a temperatura da água está perfeita, com certeza é a melhor piscina em que eu já caí na minha vida", acrescentou Pereira.
Os dois nadadores estão no mesmo apartamento na Vila Olímpica. São três quartos, com dois nadadores em cada um.
"Estamos eu, o Thiago (Pereira), o (Gabriel) Mangabeira, o Henrique (Barbosa), o Kaio (Márcio) e o (Guilherme) Guido. Juntou essa turma e só sai brincadeira 24 horas por dia", contou Cielo. "Estamos acostumados a estar com a Seleção e fazer as coisas juntos", disse Pereira.
"A Vila (Olímpica) está sensacional, está tudo muito legal, bonito e organizado. A gente chegou e já tinha todas as bandeiras penduradas", concluiu Cielo.
Fonte: Terra
Foto: Thiago Pereira com 'roupa nova'
Brasileiro estreou sunga nos treinos realizados no Cubo d'Água
P.S: Queria conhecer o fotógrafo, autor da foto acima haha

Em Pequim, eles têm ainda mais alguma coisa em comum: a confiança. Thiago, uma das esperanças de medalha, foi logo fazendo uma comparação com sua primeira participação olímpica, em Atenas’2004. “Estou empolgado, mais confiante, diferentemente da Grécia, aonde cheguei um pouco nervoso. Hoje, sou outro nadador. Sempre fui tranqüilo, apesar de me cobrar muito, mas daquela vez não soube controlar a ansiedade. Estou chegando para minha segunda Olimpíada sem estar muito ansioso.”
Chegar à terceira Olimpíada mexe com Rodrigo Castro, que admite a possibilidade de se despedir dos Jogos. “Eu quero muito sair daqui com uma medalha. Seria a melhor recordação caso decida mesmo parar.” Nicolas, de 20 anos, era o mais eufórico. “Consegui. Não sei nem o que pensar. Não vejo a hora de chegar à vila e viver o que todos falam. Cair na água então. Ver tudo isso me dá mais força e quero transformar isso em conquistas”, diz o nadador, que está escalado para fechar os dois revezamentos brasileiros, nos 100 e 200m livre.
Fonte: Super Esportes

Há quem diga que o Brasil não é terra de gente alta. Quem olha para a seleção brasileira de natação, porém, não tem como concordar com a afirmação. Com vários gigantes de mais de 1,90 m, os brasileiros estão no mesmo nível, pelo menos verticalmente, dos principais atletas da modalidade no planeta.
Nada mal para o país que já teve Ricardo Prado, medalhista olímpico com 1,68 m de altura. "A natação brasileira já deixou a época em que todos os nadadores não passavam de 1,80. Hoje, nossos velocistas têm mais de 1,90. Claro que ninguém tem a envergadura do Michael Gross, que de braços abertos tinha 2,06 m, mas têm as características que os principais velocistas hoje apresentam", diz Rômulo Noronha, chefe da delegação de natação brasileira que deixou nesta segunda-feira Macau.
Muito mais do que o tamanho, porém, outras características biológicas se destacam no time. Thiago Pereira, por exemplo, é praticamente uma garça fora da água, com o quadril projetado para a frente, os joelhos dobrados para trás, em uma curva improvável para quem não pratica esportes.
Segundo seu treinador, Fernando Vanzella, essa flexibilidade faz do corpo do nadador um instrumento perfeito para os quatro estilos do medley. "O pé do Thiago tem uma mobilidade muito grande no tornozelo. O joelho também tem um ângulo de flexão maior. Essas características permitem que ele tenha pernada forte nos quatro estilos", explica o treinador.
As outras duas esperanças da natação brasileira em Pequim, César Cielo e Kaio Márcio, são outros que se encaixam no biótipo ideal para suas provas. César, de 1,95 m, é alto e magro, como um bom velocista. E Kaio, apesar de mais baixo (1,75 m), tem o tórax mais redondo, como o dos bons nadadores de borboleta.
Alguns casos, porém, acabam indo contra essas regras. "Acho que o biótipo ajuda, mas não é determinante. Veja o Rodriguinho, por exemplo. Ele é um dos melhores velocistas do país, mesmo não tendo braços tão compridos quanto os dos outros velocistas", justifica Thiago Pereira. Castro, de 1,84 m, inclusive, é o único do time convocado para o 4x100 m livre que tem menos de 1,90 m.
Entre as mulheres, o caso é um pouco diferente. Se os homens têm média de altura de 1,89 m, o time feminino tem 1,71. Segundo Flávia Delaroli, uma das mais famosas da equipe, o problema é a falta de incentivo para as mulheres no esporte. "O funil da natação é muito estreito e o da natação feminina, ainda menor", explica.
Mesmo assim, o time ainda tem exemplos de corpos adequados para suas provas. "A Fabíola Molina tem o corpo perfeito para o nado de costas. É alta e, falando em tom de brincadeira, faz menos sombra do que outros atletas", diz Noronha.
Fonte: Uol

Se vencer provas que contam com superfavoritos é missão quase impossível, conquistar uma medalha já significará cumprir objetivos. Thiago Pereira, que deverá disputar braçadas com Phelps na final dos 200m medley, lembra que há outros fortes concorrentes, mas não joga a toalha nem para o que parece sonho distante: — Todo mundo fala dele, mas existem outros de altíssima qualidade. O Phelps é um fenômeno, o melhor nadador do mundo, mas ninguém é imbatível.
Thiago conseguiu índice para disputar seis provas em Pequim, mas, em decisão conjunta com seu técnico Fernando Vanzella, resolveu focar seu desempenho em apenas três: ele cairá na água para os 200m medley — sua maior esperança de medalha —, para os 400m medley e para o revezamento 4x200m livre. Em Atenas, com 18 anos, Thiago foi quinto colocado nos 200m medley. Nas páginas seguintes, veja como deverá ser o desempenho ideal de Thiago nesta prova, em gráfico feito pelo GLOBO, com ajuda do técnico Vanzella.
— Ter participado das Olimpíadas tão jovem me ajudou a amadurecer rapidamente. O resultado foi ótimo para um estreante. Foi uma experiência fantástica. Tudo era novidade e acabei tendo uma vivência que vai me ajudar muito agora em Pequim — diz Thiago, que nasceu em Volta Redonda e treina no Minas Tênis Clube (MG).
Michael Phelps é um ano mais velho que o rival brasileiro. Em Pequim, terá a segunda oportunidade de entrar de vez para o panteão dos deuses olímpicos: “basta” superar o histórico recorde de seu compatriota Mark Spitz, que, em Munique, em 1972, conquistou nada menos que sete medalhas de ouro. Phelps disputará oito provas na China: 100m e 200m borboleta, 200m livre, 200m e 400m medley e os revezamentos 4x100m medley, 4x200m livre e 4x100m livre.
Neste último revezamento, competirá com César Cielo, a maior possibilidade de medalha de ouro para a natação brasileira. O paulista de Santa Bárbara d’Oeste, que treina na Universidade de Auburn, nos Estados Unidos, tem conseguido ótimos resultados nos 50m e 100m livre, justamente as especialidades dos dois últimos grandes nadadores brasileiros: Gustavo Borges e Fernando Scherer.
Na prova mais rápida da natação, Cielo figura entre os primeiros do ranking mundial. No ano passado, no Rio, foi medalha de ouro nos 50m no Pan, com o tempo de 21s84, até então, a segunda melhor marca do mundo.
Outro resultado expressivo veio nove meses depois. Em abril deste ano, durante o Grand Prix de Ohio, nos Estados Unidos, Cielo teve o gosto de bater Phelps na disputa dos 100m livre. Um feito, ainda que a prova não esteja entre as especialidades do americano.
O terceiro “Davi” brasileiro nos confrontos contra o “Golias” Phelps é o paraibano Kaio Márcio de Almeida.
Menos badalado que Thiago Pereira e César Cielo, Kaio Márcio enfrentará Phelps três vezes: nos 100m e 200m borboleta e no revezamento 4x100m medley.
Talvez menos conhecido do público, Kaio Márcio parece ser o que menos se deixa impressionar pela fama do astro americano. Quando venceu o Troféu Maria Lenk, no Rio, e assegurou índice para Pequim, ele afirmou que já não teme mais ter de enfrentar o melhor de todos.
— De uns tempos para cá, eu o vejo apenas como um adversário.
Caio na piscina para tentar ganhar dele — afirmou.
Afastada das medalhas desde o bronze do revezamento 4x100m livre em Sidney-2000, a natação brasileira joga suas fichas nas braçadas destes três. Em degrau acima ou abaixo do de Phelps, qualquer lugar no pódio será uma baita vitória.
Fonte: O Globo.

Vídeo transmitido no Globo Esporte de hoje, onde mostra a chegada dos nadadores à Pequim. Thiago aparece rapidamente, mas é citado.

A equipe brasileira de natação enfrentou problemas logo ao pisar na cidade de Pequim, local dos Jogos Olímpicos. Os atletas enfrentaram uma maratona no aeroporto da capital chinesa e a nadadora Gabriela Machado chegou até a perder sua bagagem.
Os nadadores fizeram aclimatação em Macau e pegaram uma balsa para Hong Kong, de onde embarcaram rumo a Pequim. No entanto, o barco chegaria à cidade muito em cima da hora e a delegação decidiu trocar de vôo. Com isso, a programação dos brasileiros ficou ameaçada e os treinos desta segunda-feira podem não ocorrer.
Além disso, logo que chegaram ao aeroporto, tiveram problemas também com a validação do credenciamento para os Jogos. A equipe deixou a área de embarque às 18h20 (horário local), sendo que o vôo estava previsto para chegar às 17h20.
"Houve um processo lento na validação e uma das meninas não teve a mala entregue", explicou Fabiola Molina. Por conta da confusão, todos os atletas passaram apressados e somente alguns deram entrevistas.
"A minha sensação é a melhor possível. Estou normal, bem diferente de como estava em Atenas. Lá eu estava muito nervoso", admitiu Thiago Pereira, uma das esperanças brasileiras nas piscinas de Pequim.
"Fizemos uma excelente preparação. Todos estão muito focados", completou Molina.
Fonte: JC Online

Matéria apresentada no programa Esporte Espetacular deste domingo.
Quatro esportes podem dar a primeira medalha ao Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim. Três ciclistas, quatro judocas, dois nadadores, entre eles Thiago Pereira, e dois atiradores podem subir ao pódio.

Confira abaixo as fotos do último treinamento em Macau. Por Flávio Florido/Uol.
P.S: Thiago atualizou seu blog e contou como foi a etapa de aclimatação em Macau. Quem quiser visualizar, acesse Blog do Thiago Pereira.

A equipe brasileira de natação fez, neste domingo, seu último treino na piscina olímpica de Macau. O local abrigou o time durante o período de aclimatação para os Jogos de Pequim, que começam na próxima sexta-feira.
Em sua despedida do antigo território português, os nadadores fizeram o treino usando maiôs de competição. O novo LZR, da Speedo, maiô revolucionário usado em praticamente todos os recordes mundiais quebrados nesta temporada, segue uma incógnita.
Neste domingo, foram usados os maiôs da geração antiga. Os novos trajes ainda não chegaram às mãos dos nadadores brasileiros. Após acordo do Comitê Olímpico Brasileiro, Confederação de Desportos Aquáticos e a Speedo, os LZR do time verde-amarelo serão entregues apenas na Vila Olímpica.
"Eles testaram os macacões antigos porque, se não se acostumarem com os novos que receberão em Pequim, será esse que vão usar nas Olimpíadas", explicou o chefe da delegação brasileira, Rômulo Noronha.
A maioria dos nadadores ainda não sabe qual equipamento usará em Pequim. Thiago Pereira, por exemplo, quer testar dois novos trajes: o macacão LZR e o Blueseventy, usado por competidores da maratona aquática, que dá mais flutuabilidade.
Rodrigo Castro, que deve nadar os 200 m livre e os revezamentos 4x100 m e 4x200 m livre, também vai esperar para tomar uma decisão. "Eu devo usar o LZR para os 100 m, mas acho que para provas mais longas ele não é tão apropriado. Então, nos 200 m, devo usar outro material", explicou o nadador, o mais velho do time com 29 anos.
A natação brasileira embarca nesta segunda-feira para Pequim, para o período final de treinamento antes da estréia nos Jogos Olímpicos. O primeiro a cair na água é Thiago Pereira, que nada as eliminatórias dos 400 m medley às 7h30 (Brasil).
Fonte: Uol

Em Pequim, o Brasil volta a bater o recorde de participação com 277 atletas na delegação. Entretanto, os 30 atletas a mais que em Atenas não significam que as chances de retornar da China com um número maior de medalhas sejam melhores.
Nossos principais candidatos ao ouro, ou mesmo um lugar no pódio, são basicamente os mesmos, mas desta vez, muitos não estão em situação tão favorável como há quatro anos atrás.
Na vela, o campeoníssimo Robert Scheidt compete pela primeira vez em Olimpíadas na classe Star. Outro a viver uma situação diferente de 2004 é o vôlei. No masculino, a equipe campeã olímpica do técnico Bernardinho, que aparentava manter o domínio da modalidade até as vésperas dos Jogos, sucumbiu na fase final da Liga Mundial e ficou fora do pódio pela primeira vez desde 1998. As Olimpíadas em Pequim serão um duro teste da longevidade daquela que já foi apontada como a maior equipe de todos os tempos.
No feminino, por outro lado, o grupo dá mostras de ter se recuperado do fiasco de Atenas, onde perdeu a semifinal para a Rússia quando teve cinco chances seguidas para fechar o jogo, e acabou fora do pódio. No Vôlei de praia, que se tornou tradicional conquistador de medalhas para o Brasil, a situação não é muito confortável. No masculino a fase não é boa e no feminino Juliana é uma icógnita devido a contusão no joelho.
O Brasil segue bem representado no hipismo, de onde saiu a última medalha de ouro em Atenas. Nas demais modalidades, o Brasil compete com maiores chances de chegar ao pódio no futebol feminino, na ginástica artística, com Jade Barbosa, no judô, com João Derly e Tiago Camilo, na natação, com Thiago Pereira, Kaio Márcio, e no atletismo, com Jadel Gregório, Maurren Maggi, Fabiana Murer, e no revezamento 4x100m masculino.
Fonte: Tribuna do Norte

Veja algumas fotos do treinamento do dia 02/08 em Macau. Por Flávio Florido/Uol.

Thiago Pereira está na sua melhor forma física, fez ótimos treinamentos, está com bons tempos. Para que tudo isso se transforme no resultado esperado nos Jogos de Pequim, o nadador trabalha agora para conter a ansiedade.
Em Atenas-2004, o brasileiro chegou à Grécia credenciado a uma medalha pela conceituada revista "Sports Illustrated". De repente, ganhou holofotes como nunca imaginara.
Reconhece ter sentido o nervosismo na hora de competir. O nadador acabou tendo como melhor resultado naquela Olimpíada um quinto lugar.
Para evitar que a cabeça o atrapalhe agora na China, Thiago procurou um psicólogo para ajudá-lo com técnicas de relaxamento e de concentração.
Aprendeu formas de respiração para usar nos momentos de tensão e recebeu orientações de trabalhos para ficar mais confiante e tranqüilo antes de mergulhar para a competição.
"Uma das coisas trabalhadas foi trazer para a memória momentos que para ele foram importantes. Pensar nesses momentos em que ele nadou bem, conseguiu grandes objetivos e lembrar de como ele estava se sentindo", afirma o técnico Fernando Vanzella.
Dois momentos não devem sair da cabeça de Thiago Pereira durante a Olimpíada: os seis ouros conquistados nos Jogos Pan-Americanos do Rio, no ano passado, e a quebra do recorde mundial dos 200 m medley em piscina curta (de 25 metros).
"Em Atenas, estava muito mais ansioso. Agora, mais maduro, acho que estou preparado para suportar a pressão", afirma o especialista nas provas de quatro estilos. "Procuro não pensar muito nisso [em cobranças por medalhas]. Meu primeiro objetivo é chegar às finais. Depois pensarei na medalha", acrescenta ele, que em Pequim nadará os 200 m e 400 m medley e o 4 x 200 m livre.
Após o Pan do Rio, o nadador fez uma série de ajustes em seu dia-a-dia para evitar o assédio excessivo. Thiago, 22, continuou morando em Belo Horizonte, mas contratou uma equipe para cuidar de sua agenda, filtrou os convites para eventos e programas de TV e limitou as suas entrevistas a apenas uma vez por semana. Na piscina, o fluminense de Volta Redonda investiu em competições fora do Brasil e em três semanas de treinos na altitude de Sierra Nevada (Espanha).
"Tudo o que a gente tinha para fazer, já fizemos. O Thiago já está se sentindo mais leve, estamos no caminho certo. Agora é pensar em uma coisa de cada vez, primeiro a eliminatória, depois a semifinal, depois a final", afirma Vanzella.
Fisicamente, o nadador brasileiro está com apenas 9% de gordura corporal -ganhou massa magra e força.
Thiago só não sabe ainda que maiô vestirá nos Jogos de Pequim. Quando chegar à Vila Olímpica, o atleta, que está em fase de treinamento com a seleção nacional em Macau, receberá o LZR Racer, peça que vestiu nadadores na esmagadora maioria das quebras de recordes neste ano. O atleta também está testando outro traje.
"Isso [o maiô] quem vai decidir é ele. É como quando você vai a uma festa. Tem que ir com a roupa com que se sente melhor", declara Vanzella.
Fonte: Folha Uol

As mesmas perguntas para respostas e reações muito diferentes. O Terra promoveu em Macau um "bate-bola" com os dois nadadores do Brasil que têm mais chances de trazer uma medalha das Olimpíadas de Pequim.
De um lado, o velocista César Cielo, sorridente. Do outro, o completo Thiago Pereira, mais sério. Para os 17 tópicos escolhidos, eles deveriam falar a primeira coisa que viesse na cabeça.
Cielo, que vai competir nos 50m e 100m nado livre, fez jus ao rótulo de nadador mais rápido do Brasil e completou a "tarefa" em 2min02s. Com 21 anos, ele apresenta um jeito "moleque", quer "azarar" na Vila Olímpica e, quando questionado sobre quem é o melhor nadador do Brasil na atualidade, não titubeia: "César Cielo", crava. A confiança é a marca registrada dele.
Já Thiago Pereira, apesar de ser apenas um ano mais velho, mostra mais maturidade. Suas respostas são mais longas e pensadas, menos impulsivas. O atleta, que vai competir individualmente nos 200m e 400m medley, demorou 3min09s, praticamente 50% a mais do que Cielo para responder às mesmas coisas.
Namorando, não quer saber de distrações na Vila Olímpica. Sobre quem seria o melhor nadador do Brasil hoje, ele riu e falou: "hoje eu não sei, é difícil dizer".
Os dois negam qualquer rivalidade entre eles, se dizem amigos e aceitaram prontamente o desafio do Terra de responder às mesmas perguntas. O resultado é este:
▪ Como é o Thiago Pereira?
Pereira - O Thiago Pereira é um cara bem tranqüilo, que fica mais na dele. Só fica ali no dia-a-dia no treinamento, descanso com a namorada, então essa é mais ou menos a rotina do Thiago.
▪ Como é o César Cielo?
Cielo - Olha, se eu tivesse que definir característica acho que seria tímido, mas ao mesmo tempo bem descontraído. Não tenho problema de relacionamento com ninguém, não. Sou bem tranqüilo e descontraído com todo mundo e tenho uma afinidade com o pessoal aí.
▪ Mulheres...
Pereira - Eu estou namorando faz um tempinho, então estou comprometido.
Cielo - Bom, a primeira coisa que vem na minha cabeça é: gosto bastante, viu! Mas no momento estou solteiro já faz um tempo.
▪ Azaração na Vila Olímpica
Pereira - Nada disso.
Cielo - Espero que aconteça bastante...
▪ Brasil
Pereira - Brasil é o meu país, tenho grande orgulho de estar indo para uma Olimpíada e poder representar o Brasil.
Cielo - Com certeza vai ganhar muita medalha.
▪ Família
Pereira - Família é tudo na vida, se não fosse minha família com certeza seria difícil estar aqui hoje. Só tenho a agradecer a todos meus amigos e familiares pelo apoio que me deram até eu chegar aqui.
Cielo - É tudo na minha vida.
▪ Cidade do mundo
Pereira - Barcelona.
Cielo - São Paulo.
▪ Música
Pereira - Gosto de vários tipos de música, ultimamente eu tenho escutado bastante hip hop.
Cielo - Para relaxar.
▪ Natação
Pereira - Natação é minha vida, né. É meu amor pelo esporte, é o que eu mais gosto de fazer hoje em dia e tenho certeza que é o que eu vou mais gostar de fazer pelo resto da minha vida.
Cielo - É a minha vida, também.
▪ Vida fora da natação
Pereira - Fora da natação... ultimamente estou muito ligado à natação, principalmente nos últimos dois anos, com o Pan-Americano e a Olimpíada. Se for parar para pensar, nesses últimos dois anos, não vou saber. A partir do ano que vem, vou começar a fazer faculdade de administração, então vou estar dividindo um pouquinho essa rotina com a natação.
Cielo - É a parte divertida da vida.
▪ Ídolo
Pereira - Do esporte brasileiro, admirei bastante o Fernando (Scherer) e o Gustavo (Borges). E tenho como grande ídolo o Ayrton Senna.
Cielo - Gustavo Borges e Fernando Scherer.
▪ Melhor nadador do Brasil
Pereira - Para mim, o Gustavo Borges. Ah, hoje? Hoje não sei, é difícil dizer (risos).
Cielo - César Cielo.
▪ Maior alegria
Pereira - Ter conquistado essas medalhas no Pan-Americano com aquela torcida inteira me apoiando.
Cielo - Maior alegria? Agora bateu um branco, ainda não realizei nenhum sonho meu.
▪ Maior tristeza
Pereira - No primeiro momento, quando machuquei meu joelho. Mas no segundo momento eu vi que aquilo ali foi bom e me ajudou a crescer bastante.
Cielo - Acho que foi ter perdido meu primo quatro anos atrás, em um acidente de carro.
▪ Futebol
Pereira - Eu tive uma experiência ruim em 2005, machuquei o joelho e fiquei fora da natação, então hoje em dia futebol só no vídeo game.
Cielo - Não sei de nada e nem coisa associada.
▪ Barba
Pereira - Deixo crescer no período fora de competição. Um pouquinho de preguiça de fazer sempre, mas quando vai chegando, sempre eu vou tirando ela.
▪ Cabeleira
Cielo - Ah, eu gosto de me cuidar sim, viu.
▪ Sonho
Pereira - Participar de uma Olimpíada e um dia, quem sabe, vir a ser um medalhista.
Cielo - Um sonho, eu não conto. Tenho meus sonhos, mas guardo para mim.
▪ Futuro depois de Pequim
Pereira - Aí me pegou (risos). Ainda não fiz planos, vai depender muito dos resultados.
Cielo - Descansar bastante, curtir a vida... bastante azaração e mulher, tomara!
Fonte: Terra
Vídeo:

Confira abaixo, algumas fotos do treino realizado dia 1º/08 - Macau. Por Flávio Florido/Uol

César Cielo, Thiago Pereira, João Gabriel Schlittler e Luiza Almeida estão ansiosos para fazer bonito em Pequim
Eles têm cerca de vinte anos, mas, diferente de muitos jovens dessa idade, não foram viajar com amigos nem curtiram baladas de finais de semana nas últimas férias. Atletas olímpicos estão com o pensamento lá na China, onde vai acontecer a partir do dia oito deste mês a Olimpíada de Pequim.
"Veterano" aos 22 anos, o nadador Thiago Pereira irá participar pela segunda vez dos jogos olímpicos. "Ter participado da Olimpíada aos 18 anos me ajudou a amadurecer mais rápido", afirma.
Rotina de treinos
Outro representante do esporte aquático é César Cielo, 21 anos. Atualmente ele mora em Auburn (EUA), onde estuda e treina na universidade da cidade. Seus treinos duram entre quatro e cinco horas e englobam exercícios na piscina, musculação e sessões de alongamento. Já a amazona Luiza Almeida, de apenas 16 anos, que irá disputar as provas de adestramento de cavalo em Pequim, treina somente duas horas por dia. Calma, isso não quer dizer que ela é mais relaxada que os meninos da natação. Luiza explica: "O hipismo é um esporte que não exige muitas horas de treino porque o cavalo se cansa em uma hora, mais ou menos."
Coisas de atleta
Luiza já está acostumada a esclarecer as dúvidas de amigos em relação à sua modalidade. "Quando eu digo que pratico o adestramento, muitos me perguntam: 'Mas você adestra o cavalo? Faz ele deitar? Essas coisas?'. O adestramento não é nada disso: é uma série de movimentos julgados de zero a dez e, no final, quem tiver a nota maior ganha", conta. Já para João Gabriel Schlittler, 23, a maior dificuldade é ganhar massa muscular e ficar na média de peso dos atletas da categoria pesado, na qual tentará uma medalha em sua primeira Olimpíada. "Meu grande problema é manter o peso, porque em muitos lugares em que iremos competir a culinária é muito diferente, com pouca variedade se comparada à comida brasileira". Isso, porém, tem sido resolvido graças à monitoria do nutricionista Breno Moraes.
Comemorar e descansar!
Thiago Pereira já está em Pequim desde julho. Ele, que não sabe nada de chinês, espera comemorar uma medalha olímpica com a sua família, namorada e amigos que estarão torcendo por ele no Estádio Aquático Nacional ou Cubo d'Água, como tem sido chamado. Já Cielo não sabe como irá comemorar as sonhadas medalhas. Ele só tem uma certeza: "Pretendo tirar férias depois".
Relaxados, porém ansiosos
Apesar de serem jovens, eles parecem encarar a responsabilidade de disputar uma Olimpíada com tranqüilidade. "Quero sair da China com a certeza de que deixei minha melhor performance na competição", declara Cielo, um dos raros nadadores do mundo a nadar 50 metros em menos de 22 segundos.
"Minha (pouca) idade não influencia em nada além do fato de saber que terei a chance de participar de outros jogos olímpicos", acredita João Gabriel. Um dos momentos mais inesquecíveis da carreira dele foi durante o Pan no Rio, em 2007. Na competição, ele foi vice-campeão.
A jovem Luiza não vê a hora de estar em Pequim. "Tenho uma ideiazinha de como serão os jogos olímpicos devido ao Pan, que foi a experiência mais emocionante da minha vida", diz.
Nas horas vagas...
No tempo livre, Luiza adora tocar piano. Thiago, por sua vez, gosta de navegar na Internet e colocar o papo em dia com sua turma quando está viajando. O judoca João Gabriel prefere programas mais naturais para relaxar. Até mesmo cozinhar está entre seus passatempos preferidos. Neste sentido, talvez Luiza possa pedir algumas aulas de culinária a João. Logo depois do Pan, ela morou sozinha na Alemanha. "Você aprende a se virar e se torna independente. Mas, para mim, a pior parte era cozinhar. Sou péssima na cozinha", revela. Quem disse que vida de atleta olímpico é fácil?
Fonte: Todateen/Agosto2008

O vídeo foi uma gravação feita com o Thiago antes dele embarcar para Macau. O papo foi bem descontraído, com alguns flashes da coletiva de imprensa e direito a presente. (:
