


O Open de natação no Clube Pinheiros foi interrompido na noite desta quarta-feira por falta de energia elétrica. O apagão ocorreu no meio de uma das baterias das eliminatórias dos 200m peito e durou cerca de 10 minutos. A prova é disputada por Thiago Pereira, mas ele ainda não tinha caído na piscina no momento da falta de luz. Com a chuva forte em São Paulo, o clube ficou às escuras e os atletas saíram da piscina para esperar a volta da energia voltar.
Depois que tudo voltou ao nomal, Thiago Pereira caiu na água duas vezes. Nos 200m peito, terminou em terceiro com o tempo de 2m13s77, e Henrique Barbosa foi o campeão com 2m11s72, novo recorde do Campeonato Brasileiro Sênior. Na segunda prova, os 200m medley, Thiago foi o campeão com 2m02s46.
Por pouco, o apagão também não pegou o campeão olímpico Cesar Cielo na água. Um pouco mais cedo, ele venceu os 100m livre com o tempo de 47s13, bem próximo do seu recorde mundial de 46s91, obtido no Mundial de Roma.
Fonte:Globo.com

Sem estudar desde que concluiu o ensino médio, há 6 anos, Thiago Pereira, de 23, começou em agosto a nadar na Southern California e a estudar Administração no Santa Monica College.

“Não está sendo fácil, sempre fui um aluno regular e fiquei muito tempo parado.” Ganhador de oito medalhas no Pan do Rio, em 2007, Thiago não pode ter bolsa ou competir pela universidade – os patrocinadores bancam seus estudos –, mas participa de torneios interclubes. “Disputo com o (Michael) Phelps”, diz.
“O treino é igual em qualquer lugar do mundo. A diferença aqui é o clima de competição.” As piscinas da Southern foram usadas na Olimpíada de Los Angeles, em 1984, quando Ricardo Prado ganhou prata. “Às vezes a gente para e pensa: ‘Nossa, essa é mesma piscina em que o Brasil ganhou medalha’."
Fonte: Estadão

Depois de três meses de treinamentos e estudos em Los Angeles, nos Estados Unidos, o nadador Thiago Pereira disputou sua primeira competição em jardas, o Grand Prix de Minnesota. Mesmo não acostumado com esse tipo de distância, mostrou-se feliz com os resultados.
"O importante é que nadei fácil, sem muito esforço e fui bem avaliado pelo meu técnico David Salo, do Trojan Swim Club, na Universidade do Sul da Califórnia", disse Thiago.
O brasileiro obteve as seguintes marcas (distâncias em jardas): 54s77 (100m peito); 1m56s (200m peito); 1m45s (200m medley); 3m43s (400 medley); 4m24s (500 livre).
Thiago prepara-se nos EUA para o V Torneio Open de Natação, que será disputado simultaneamente ao XXIX Campeonato Brasileiro Júnior e XIX Campeonato Brasileiro Sênior, no Pinheiros, em São Paulo.
O nadador do Minas ainda não definiu as provas em que competirá no Open.
"Devo voltar ao Brasil no dia 15 e aí decido com o Vanzella quais provas disputarei", disse, referindo-se a Fernando Vanzella, treinador do Minas.
Fonte: Gazeta do Povo

Ao completar 20 anos, a campanha Papai Noel dos Correios cria nova regra com o propósito de fomentar a educação. No Natal que se aproxima serão atendidas com presentes as crianças de 7 a 12 anos matriculadas em escolas e creches públicas de áreas de vulnerabilidade social do estado. Embora seja uma promoção nacional, neste ano a mudança ocorrerá apenas em Minas, onde o projeto nasceu e historicamente desperta o maior interesse dos padrinhos.
Os pequenos estudantes de instituições das redes municipais e estadual devem ser estimulados pelos professores a escrever as cartinhas com os pedidos ao Bom Velhinho. Hoje, medalhistas da natação brasileira, como Thiago Pereira, Joanna Maranhão e Poliana Okimoto, vão participar da festa de divulgação da campanha na agência dos Correios da Avenida Paraná, número 477, no Centro de Belo Horizonte.
A empresa está recebendo cartinhas enviadas pelas escolas públicas desde o fim de outubro. A chefe da Assessoria de Comunicação Social dos Correios em Minas, Rose Cará, estima que o número de pedidos caia de 200 mil, em 2008, para 130 mil neste ano. “Essa redução não será ruim, visto que haverá um direcionamento dos recursos para as crianças que realmente necessitam de presentes. Além disso, contribuirá com a educação básica, cuja expansão é um dos objetivos do milênio. Dentro do seu programa didático, o professor vai orientar a criança sobre como escrever a carta, que será enviada junto com o diário escolar”, ressaltou.
Até agora, mais de 10 mil pessoas procuraram os Correios interessadas em apadrinhar uma cartinha. Para se tornar um padrinho, basta se dirigir às agências das avenidas Paraná, 477, Afonso Pena, 1.270, ambas no Centro de Belo Horizonte, e Eugênio Pacelli, no Bairro Cidade Industrial, em Contagem, na Grande BH. No interior do estado, os interessados devem procurar as agências centrais dos municípios. O prazo final para retirar o pedido das crianças carentes é 18 de dezembro.
Fonte: Uai

Duas vitórias para Thiago Pereira no Grand Prix de Minnesota (piscina de jardas) ontem. Primeiro nos 400 medley com 3:43:72 fazendo dobradinha no pódium com André Schultz que ficou em segundo com 3:49:66. Aliás, o pódium foi o mesmo dos 200 medley, já que Bradley Ally de Barbados chegou em terceiro lugar.
Thiago voltou a vencer nos 200 peito com 1:56:44 ficando a apenas quatro centésimos do recorde da competição. Ele ainda nadou os 500 livre, mas depois de bobear nas eliminatórias (4:36:89) e cair na final B, acabou vencendo a final B com 4:24:54 tempo que lhe colocaria em segundo lugar no geral.
André Schultz além dos 400 medley, ficou em segundo nos 100 costas com 48:45.
Fonte: Blog do Coach
Para conferir o vídeo dos 200m medley, clique Aqui.

César Cielo sempre fala que o isolamento de Auburn, uma cidadezinha no meio do nada nos EUA, é um dos fatores que o tornaram o melhor do mundo. Para chegar, também, ao grupo dos grandes da natação mundial, Thiago Pereira imitou o amigo. Deixou Belo Horizonte e foi para a Califórnia.
Estuda em uma universidade norte-americana e está longe do "oba-oba" que vivia no Brasil. "Aqui, você consegue fazer as coisas com mais disciplina. Você não se preocupa com nada, só pensa em nadar e estudar", explica Pereira. Nada de entrevistas, festas com os patrocinadores, gravações de comerciais, assédios de fãs.
"Todo atleta que chegou ao estágio que o Thiago chegou precisa disso [isolamento] em um ponto. Depois do Pan de 2007, ele passou a ser mais requisitado, dividia seu tempo não mais com os treinos e a família, mas com outra série de compromissos. Foi claro que ele sofreu com isso. Ele está há pouco tempo nos EUA, mas já deu para perceber que esse isolamento teve reflexos na dedicação aos treinos", explica Fernando Vanzella, seu técnico no Minas, que está no Brasil, mas fala semanalmente com o nadador.
Thiago está estudando no Santa Mônica College e treinando no clube Trojans. Seu técnico, Dave Salo, treina alguns dos melhores nadadores do mundo. O brasileiro nada, por exemplo, ao lado do japonês Kosuke Kitajima, lenda do nado peito, de Rebeca Soni, campeã olímpica e recordista mundial, do marroquino Oussama Mellouli, ouro olímpico dos 1500m, ou do austríaco Markus Hogan, que já foi recordista mundial.
"Ter essa referência é importante. Ele está dentro de um grupo muito seleto de atletas. O Mellouli, por exemplo, é o melhor nadador das provas de fundo do mundo. Ter um desses ao seu lado, nadando, faz muito bem. E a prova do Thiago, os 400m medley, também é longa. Sem contar o Kitajima a toda a experiência de peito que ele tem. Só de estar junto, observando, você já pega algumas coisas", explica Vanzella.
A proximidade com o marroquino, aliás, é a que mais ajuda o brasileiro. O nado crawl sempre foi a sua maior dificuldade e é justamente nele que ele está trabalhando, observando Mellouli. "Tenho treinado bastante o nado livre. É claro que não deixei os outros de lado. Mas, na minha opinião, é o estilo que vai decidir", conta Thiago.
Esta é a segunda experiência do brasileiro nos EUA. Em 2005, após brilhar nas Olimpíadas de Atenas, ele se mudou para Coral Springs, na Flórida. Estudou por lá, recebeu convites de universidades. Mas acabou não se adaptando e voltou para Belo Horizonte.
Agora, ele e seu técnico, Fernando Vanzella, fizeram uma avaliação cuidadosa. Escolheram onde e com quem o nadador iria treinar. Thiago está na Califórnia há um semestre e se diz adaptado. "Não tenho problema nenhum. É claro que falta do Brasil a gente sempre sente", admite.
Conciliar os treinos com os estudos, porém, tem sido um desafio. "Ele já me avisou que diminui o número de treinos em função da adaptação à faculdade. Aqui, ele treinava dez vezes por semana. Agora, está treinando apenas oito vezes. Mas é tudo parte do processo de adaptação", completa Vanzella.
A distância do Brasil, porém, acaba em breve. Thiago volta em dezembro, para a disputa do Open de natação, torneio que fecha a temporada da natação brasileira.
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Quais são as maiores diferenças para o Brasil? A parte técnica é diferente? Ou a intensidade?
Thiago Pereira: Como eu sempre digo, a maior diferença entre os EUA e o Brasil não é o treinamento, mas o número de competições que se tem aqui. Esse, ao meu ver, é o maior ganho.
Estar longe do Brasil, isolado, ajuda?
Acho que vai ajudar bastante. Aqui você consegue fazer as coisas com mais disciplina. Não se preocupa com nada, só em nadar e estudar.
O que falta, na sua opinião, para tirar a distância para as medalhas olímpicas e em mundiais?
Só dar continuidade ao meu trabalho. No último mundial, a distância foi de apenas 20 centésimos para a medalha de prata.
A qual nado você tem se dedicado mais a evoluir?
Tenho treinado bastante o nado livre. Posso dizer que é o estilo que mais treinei durante o período que estou aqui. É claro que não deixei os outros de lado. Mas, na minha opinião, é o estilo que decide.
Quando você deixou o país, ressaltou que iria nadar ao lado do Mellouli. Quem mais treina por aí?
Treino ao lado do Ossama o tempo todo. Mas fora ele, ainda tem o Markus Rogan, a Rebeca Soni e o Kosuke Kitajima. Temos outros grandes atletas por aqui.
E como é o relacionamento com o técnico Dave Salo?
Muito bom. Estou gostando bastante dessa nova oportunidade. Estou aqui faz pouco tempo, mas estamos nos dando bem.
Fonte: Uol Esporte

Diversos atletas brasileiros demonstraram, nesta sexta-feira (02), a satisfação pela escolha do Rio de Janeiro para receber os Jogos Olímpicos de 2016. Após o anúncio do município como cidade-sede, em Copenhague, na Dinamarca, o velejador paulista Robert Scheidt, o nadador voltarredondense Thiago Pereira, o skatista carioca Bob Burnquist e o jogador Túlio Maravilha festejaram a indicação da Cidade Maravilhosa na terceira tentativa de conquistar o direito de ver de perto os melhores atletas do planeta.
Thiago Pereira, que está na Califórnia (EUA), onde estuda e treina, fez questão de ressaltar a alegria que sentiu com a informação da escolha do Rio. "É muito bom saber que poderemos competir em casa, com a apoio da torcida. O brasileiro merecia isso", afirmou o nadador. "Ter acompanhado todo o processo aqui dos Estados Unidos me deixou mais emocionado e orgulhoso ainda", finalizou o atleta patrocinado pelo Bradesco, Minas Tênis Clube e Correios.
Robert Scheidt, ganhador de quatro medalhas olímpicas - duas de ouro (Laser) e duas de prata (uma no Laser e uma no Star)) - e de dez título mundiais - nove na Laser e uma na Star - disse que a realização dos Jogos na capital fluminense causará um impacto bastante positivo para o País. "No âmbito econômico, receberemos vultosos investimentos diretos e indiretos para a infraestrutura e o turismo", avaliou. "O mais importante, porém, será a exposição positiva para o mundo do potencial do Brasil", completou o velejador, patrocinado pelo Banco do Brasil e Prada, e que está na Lituânia.
Fonte: Diário do Vale

Thiago Pereira venceu a disputa da final dos 200m costas, nesta sexta-feira, dia 4, no Troféu José Finkel, em SC, com direito a quebra de recorde brasileiro (1min58s36c). O atleta do Minas nadou forte e, com a vitória, melhorou a própria marca. Na premiação, Thiago recebeu a medalha das mãos do técnico Silas, do Avaí.
A prova começou muito equilibrada. Thiago virou os primeiros 100m na frente. A chegada foi emocionante, disputada braçada a braçada com o nadador Lucas Salatta, também do Minas. Lucas fechou o segundo lugar com o tempo de 1min58s69c. O terceiro lugar ficou o atleta da Unisanta, Fernando Santos (2min00s15c).
Fonte: ClicRBS

Qual foi até agora o melhor momento de sua carreira?
Depende. O Pan-Americano foi um dos momentos mais marcantes da minha vida e tudo que mudou pós-Pan. As olimpíadas sempre são marcantes. Esse Mundial de Roma, apesar de eu ter ficado duas vezes em quarto, eu aprendi bastante. E me incentivou mais. Não tenho um único momento marcante.
é verdade que vcs usam os maiôs por somente oito provas?
Depende da prova. Se você nada 1500m ou 50m claro que faz diferença. É sempre bom você lavar antes da prova...
Em algum momento você já pensou em desistir da natação?
Não, nunca. Desde que comecei a nadar competitivamente, nunca. Mais novo já competi em outros esportes: basquete, futebol. Porém, desde que comecei a nadar, nunca passou pela minha cabeça desisitir.
Oi, Thiago. Todo mundo ficou conhecendo sua mãe depois das Olimpíadas, vendo ela torcer por você na arquibancada com o famoso "Vai, Thiagoooo!". Ela sempre te deu força para seguires nessa carreira ou tinha outros sonhos para você?
Ela sempre me apoiou independente da minha decisão. Sendo nadador ou não, ela sempre me deu força para o que eu decidisse.
Thiago, é notável a tua superação desde o ano passado, ainda mais treinando nos EUA, mas e a família? Já deu pra curtir a D. Rose? P.S: FC Thiago Pereira Fan te acompanha diariamente. :D
Nem encontrei com a minha mãe aqui ainda. Eu estou morando sozinho nos Estados Unidos, mas minha mãe está para ir pra lá daqui a duas ou três semanas.
Thiago, quais as chances de medalhas temos em 2012 na natação brasileira? vc acha que podemos conseguir algo melhor que 2008?
Eu acho que sim, principalmente que a natação vem mostrando a cada ano. Em cada ciclo olímpico aparece muita gente boa comeptindo. Acredito que será melhor que 2008.
Você não se encomoda em que toda vez que ganha uma prova tem que dar entrevista? isso não se torna chato?
Não, acho que faz parte de tudo do contexto geral. E isso é bom para a natação como um todo, assim, quanto mais aparecer, mais o esporte ganha espaço.
Fizeste um gran Pan do Rio, mas em Pequim o teu desempenho foi muito fraco. Isso te fez rever a preparação para as competições?
Eu mantive mais ou menos a mesma coisa. É praticamente o mesmo trabalho, mas a base foi a mesma. Uma série ou outra só sofreu alteração.
Uma medalha olímpica é um sonho distante ou está mais próximo do que imaginamos?
Depois do Mundial de Roma, está mais próxima do que imaginamos.
Qual é a diferença mais significativa entre o treinamento aqui (no Brasil) para o treinamento nos EUA?
Não é o treino em si. São as competições que faltam aqui. No Brasil, temos três competições por ano. Lá, de duas em duas semanas, temos competição de alto nível.
Gostaria de agradecer à participação de todos. E compareçam na Unisul para prestigiar o trabalho dos nadadores brasileiros. Obrigado!
Fonte: Clicrbs

Thiago, nas últimas provas que você disputou de Medley, você batia em segundo no nado e terminada em quarto. Você relaciona isso com falta de que? Você acha que vais melhorar esse atributo nos Estados Unidos?
Thiago: É o que eu espero, é o que estou planejando para os próximos anos, até a próxima Olimpíada. Eu já estou nos morando nos Estados Unidos, em Los Angeles, há duas semanas. E cheguei na segunda para a disputa aqui em Florianópolis e retorno para lá no domingo.
Por qual motivo vc a Daynara e a Joana Maranhão, sobram nas competições? Por que estão tão na frente dos outros ?
Acho que é treinamento, comprometimento e junta um pouco de talento também.
Eu gostaria de saber o que você está achando da estrutura do José Finkel?
Sempre que a competição é aqui na Unisul, a competição é muito boa. Eu sempre nadei bem. Tanto quanto à estrutura da piscina e quanto à logística. Para mim, é um dos melhores lugares para se ter competição no Brasil.
Quantas horas por dia de treino?
Mais ou menos uma cinco horas, divididas em dois períodos.
Além do físico e natação, você está tendo algum treinamento psicológico já nos Estados Unidos? Ou terás?
Eu nunca fiz um trabalho psicológico muito intenso. Já fiz algumas vezes no Minas. Mas temos que estar ligados nos dois lados, porque na hora da competição, a cabeça tem que estar tão controlada quanto à parte física.
É verdade que você não torce para time nenhum de futebol? Cruzeiro e Atlético-MG?
É verdade. Até porque se eu fosse torcer, era para ser para um time do Rio. Fui para Minas com 16 anos. Não acompanho muito o Brasileirão, mais os jogos da Seleção.
quantas provas vc vai competir no José Finkel?
Provavelmente oito. Não é certo que vou nadar os dois últimos revezamentos.
Depois do José Finkel qual a próxima competição?
Tenho o Brasil Open, em dezembro. Mas em Estados Unidos não sei como está a programação. Semana vem irei fazer uma travessia em São Francisco.
As várias quebras de records deste campeonato são atribuídas também aos maiôs ?
Não sei. É difícil dizer. Tenho opinião de que os maiôs ajudam mais uns atletas do que outros, talvez os mais pesados levam vantagem. Os levinhos já ficam em cima da d'água. Fica fácil de você dizer que venceu ou bateu o recordo porque causa do maiô. Mas, na verdade, ali tem um ano de trabalho.

A partir das 14h, o site ClicRBS trasmitirá um chat com o Thiago. Para acessá-lo, clique no link abaixo.

Fechando as finais individuais da manhã desta quinta-feira, dia 3, a prova dos 400m medley foi marcada pela linda performance de Thiago Pereira e pela indignação de Joanna Maranhão. Thiago, do Minas Tênis, que na classificatória de ontem ficou com o segundo tempo, venceu a prova com sobra — veja no fim do texto como foi o acompanhamento online das finais.
O nadador abriu bem, logo no começo e, na primeira virada, já estava com um corpo na frente dos adversários. No nado costas, Thiago disparou e abriu uma vantagem ainda maior. Os últimos 200m da prova foram tranquilos para o nadador, que apertou um pouco mais no finalzinho, e acabou batendo o recorde do campeonato (4min15s26c).
— Meu principal concorrente foi o relógio. Meu objetivo era bater o recorde do campeonato, e eu consegui — comentou o campeão.
A segunda colocação ficou com Diogo Oliveira, do AESJ/FADENP/SP (4min21s40c). Thiago Teixeira, que fez o melhor tempo classificatório na tarde de ontem, dia 2, ficou apenas com o terceiro lugar (4min22s22c).
Fonte: Zero Hora


Após as provas do Troféu José Finkel, em Palhoça (SC), Thiago Pereira encara a "banheira de gelo". A psicóloga Priscila Mourthe, do Minas – clube que o nadador defende -, diminui a temperatura da água para sete graus. O tratamento é importante para impedir maiores lesões nas pequenas fissuras que se formam depois de uma competição pesada.
Fonte: Globo.com

Thiago Pereira nadou muito rápido e estabeleceu o novo recorde dos 200m peito do Troféu José Finkel, com a marca de 2min10s91c. Thiago baixou em três segundos o recorde que já era dele, do campeonato de 2008.
— Estou muito feliz. Acabei de chegar de viagem dos Estados Unidos, consegui treinar bem e acabei vencendo — disse o nadador.
Tales Rocha e Henrique Barbosa, do Pinheiros, ficaram com o segundo e terceiro lugares, respectivamente.
O nadador Eduardo Fischer, também do Pinheiros, foi desclassificado dos 200m peito. Ele deu uma pernada antes da braçada e foi eliminado da prova.
Chegada emocionante nos 200m peito feminino. Nadando na raia quatro, a alteta do CNRAC/ES, Thamy Venturin fez 2min32s70c. Voando pela raia sete, a atleta Tatiane Sakemi, do Pinheiros, chegou com a marca de 2min33s48c. Colada em Tatiane, veio Michele Schmidt, do Corinthians, com 2min33s92c.
Fonte: Zero Hora

Thiago Pereira será uma das principais atrações do Troféu José Finkel de natação, que será disputado desta terça-feira a domingo, em Palhoça, na Grande Florianópolis (SC). O nadador fluminense, de 23 anos, retornou nesta segunda-feira dos Estados Unidos, onde há duas semanas passou a estudar na Universidade de Santa Mônica e a treinar no Trojan Swim Club, com o técnico David Salo, na Universidade do Sul da Califórnia.
Pela programação elaborada pelo técnico Fernando Vanzella, do Minas Tênis Clube, Thiago estreia nesta terça-feira, a partir das 17 horas (horário de Brasília), disputando as eliminatórias dos 200 metros peito. As finais estão previstas para quarta-feira, a partir das 10 horas.
A princípio, Thiago está escalado para nadar os 200m peito, os 200m costas, 200m medley, 400m medley e os revezamentos 4 x 100m livre, 4 x 100m medley e 4 x 200m livre. Porém, a programação definitiva do nadador só será definida na manhã desta terça-feira, quando Vanzella fará uma reunião com o atleta para saber de suas condições físicas depois destas duas semanas nos Estados Unidos.
"Fiz a inscrição do Thiago em sete provas, mas a confirmação depende de nossa conversa. Ele parece bem animado, mas a reunião é fundamental", comentou o treinador, antes de deixar Belo Horizonte.
Thiago mostrou-se entusiasmado com a nova rotina de vida, intercalando os treinos com o estudo. "Estou aprendendo muito e acho que terei novas oportunidades de crescimento e de intercâmbio", comentou Pereira, que bateu os recordes sul-americanos dos 200m livre, 200m medley e 400m medley no Mundial de Roma.
De quarta-feira a sábado, as eliminatórias começam às 18 horas e as finais começam às 10 horas, com exceção de domingo, quando o início está previsto para as 11 horas por causa da transmissão de algumas provas pela TV Globo.
Fonte: Ig Esporte
